Fórum - Valinhos Tem Tudo
08/02/2012 - 09:26:06 - Só o espírito de empreendedor não basta [+] Exibir mensagem
De: 'Orlando Nicolosi

Mensagem:Não basta ter o espírito de empreendedor, com dinheiro no bolso, para montar alguma atividade comercial em Valinhos. No meu dia a dia pela cidade, vejo negócios abrindo com toda garra e, depois de um ano, vejo o mesmo negócio fechando com toda frustração. É preciso fazer um estudo de viabilidade para seu futuro negócio, antes de se arrojar, porque sem isso o risco é grande. Valinhos tem algumas características próprias que outra cidade não tem. Portanto, Sr. Empreendedor, muita cautela porque o tempo em que se montava uma atividade com base na intuição já passou. Fico a disposição para contribuir com quem esteja pensando em montar algo em Valinhos. Orlando - (19) 9114.4921
28/05/2011 - 15:52:46 - Fraude na Mega Sena [+] Exibir mensagem
De: 'João Serralvo

Mensagem:Reforçando o velho dito que diz: \"Nada é de graça\"...
CAIU A CASA DA MEGA SENA!!!
A GRANDE FARSA É DESCOBERTA! BRASIL: O PARAÍSO DA SACANAGEM..... SE VOCÊ FAZ APOSTAS, ESTÁ SENDO ENGANADO!!!
A Polícia Federal desconfiou que estivesse havendo algum tipo de fraude na MEGA SENA e, mal começaram as investigações, pegaram várias pessoas envolvidas no esquema, entre elas, funcionários, auditores, e muito peixe grande, ligadas diretamente ao governo. Era muita gente envolvida no esquema. Eles fraudavam o peso da bolinha, fazendo sempre dar os números que eles quisessem e botavam \'laranjas\' para jogar em diferentes Estados.
Você que achava estranho a Mega Sena acumular tantas vezes seguidamente, e quando saía o prêmio, apenas uma pessoa ganhava, geralmente em algum lugar bem distante. Só podia ser algum tipo de fraude mesmo!!!
Descobriram membros da quadrilha com 4 Bilhões em contas nos paraísos fiscais; o que menos tinha, tinha 8 milhões. Isso é sacanagem com o povo brasileiro, que trabalha demais; muitos deixam até de comer alguma coisa para fazer uma fezinha! O que muito me admira é que quase não houve divulgação!!!!!!
Na TV só passou uma vez no Jornal da Record, e outra na BAND..
Certamente foram censurados... Está na cara que o governo não quer perder a bocada que fatura cada semana com os jogos, e nem quer mais CPIs...
Esta notícia não pode ficar na gaveta, espalhem!!! Vamos nos unir e dar fim a essa grande rede de corrupção que envolve o nosso país.
Colabore com a DIVULGAÇÃO e ajude a desmantelar essa corja de corruptos que levam 45% do seu salário em impostos e ainda têm coragem de levar mais... Passe para todos da sua lista de contatos...
O BRASIL todo precisa saber!!!
Dr. Wagner Di Genova Ramos
PAVESIO ADVOGADOS ASSOCIADOS
(voice)
55 11 4743-3325 (fax)
O único jeito de acabarmos com essa patifaria é ninguém jogar mais em nada. Aí , a CAIXA ECONÔMICA vai ter um enorme prejuízo e, talvez só assim fará alguma coisa. E o que as autoridades vão fazer agora??? Esconder como fizeram quando essa notícia vazou???
DIVULGUE... MAS DIVULGUE MESMO,
PARA VER SE ACONTECE ALGUMA COISA!!!











Comentário: 02/02/2012 - 23:15:03 - Vai que... [+] Exibir mensagem

De:Antonio Maria

Comentário:Vai que a fraude cai nos 6 numeros que eu joguei
01/02/2012 - 11:32:07 - Concordo [+] Exibir mensagem
De: 'Trovão Azul

Mensagem:Concordo com o Sr. Orlando!!!! Perfeita colocação...
16/01/2012 - 12:46:29 - Qualidade no atendimento [+] Exibir mensagem
De: 'Orlando Nicolosi

Mensagem:Converso com muita gente, em função do meu trabalho e tenho notado uma reclamação geral: ESTÁ FALTANDO QUALIDADE NO ATENDIMENTO, NA PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS, FALTANDO EDUCAÇÃO A MUITAS PESSOAS QUE ESTÃO NO CONTATO COM O PÚBLICO. Ganhar um cliente é, em quase todos os casos, muito difícil. Mas, perde-lo é a coisa mais fácil.
Quem tem comércio ou presta servicos precisa aprimorar sua postura. Costumo dizer que basta você imaginar que cada cliente é como um parente seu ( pai, mãe, irmão,...). Atendendo seu cliente com essa postura, pode ter certeza: êle volta. Caso contrário, seus negócios correm riscos. Em resumo, FALTA TREINAMENTO DE UMA FORMA EM GERAL. O Sebrae é um bom começo. Lá tem treinamento. A ACIV tambem tem treinamentos para seus associados. É só querer.

Comentário: 19/01/2012 - 22:26:25 - Impostos [+] Exibir mensagem

De:Pedro

Comentário:Imagina se pagassemos menos impostos, ai seria pior, roubariam menso e ficariam bravos
18/01/2012 - 20:18:21 - rodoviaria [+] Exibir mensagem
De: 'Marilice

Mensagem:em uma cidade que desenvolveu tanto, ( e esta sendo desmatada ) é uma vergonha essa rodoviaria. Prefeitura não tem verba? é preferivel então copiar logistica de mini rodoviarias de pequenas cidades onde a rodoviaria é simples e pratica . Quem é o engenheiro q projetou essa rodoviaria?a renda Percapita de Valinhos garanto q é maior do que a de pequenas cidades do interior. Critica construtiva, amo Valinhos e meu estomago vira ao ficar aguardando onibus.
Comentário: 19/01/2012 - 19:28:41 - Nao so a rodoviari [+] Exibir mensagem

De:Bruno

Comentário:O problema além da rodoviária eh a rapido luxo. Uma máfia
16/01/2012 - 09:14:08 - Agradecimento ao Danilo Rodrigues. [+] Exibir mensagem
De: 'Orlando Nicolosi

Mensagem:Danilo, bom dia. Obrigado pelo seu elogio ao nosso portal de internet. Seu comentário não está aparecendo "publicado" por alguma questão técnica que estamos corrigindo. Mas, me antecipo a essa correção para lhe agradecer pelo reconhecimento de nosso esforço. Se possível, divulgue-o para seus contatos. Um abraço. Orlando Nicolosi (19) 9114-4921
14/01/2012 - 23:04:32 - FUJAM DA LOGUS MAGAZINE [+] Exibir mensagem
De: 'Marlise

Mensagem:Cuidado com esta loja. Numca me senti tão mal atendida. De novembro a Janeiro para forrarem o encosto de 04 cadeiras e não imaginam o que entregara. Existem pregos e cola aparente. Um lixo!! Agora resta iniciar processo de pequenas causa.. cuidado para ninguém passar pelo que estou passando.Obrigada
14/10/2009 - 19:57:03 - Convite [+] Exibir mensagem
De: 'Orlando Nicolosi

Mensagem:Sou o idealizador deste Portal de Internet. Entendo que precisamos melhorar, um pouco a cada dia, este trabalho para, cada vez mais, conquistarmos a credibilidade do povo valinhense. Nesse sentido, introduzimos esta "sala", que denominamos "Forum de Opiniões" onde você pode "entrar, sentar e sentir-se a vontade" para manifestar sua opinião a respeito de algum assunto importante para o desenvolvimento de nossa cidade. Trata-se de um espaço para você elogiar, tambem, agradecer, reclamar, fazer críticas, etc. Só tem uma condição: fale em bom tom, sem palavras pejorativas, sem críticas destrutivas, sem palavrões. Então, sinta-se em casa. Fale o que desejar. O Portal VALINHOS TEM TUDO agradece. Tudo de bom para você. Orlando.
Comentário: 13/01/2012 - 10:44:32 - Parabéns pelo site. [+] Exibir mensagem

De:Danilo Rodrigues

Comentário:Parabéns Orlando Nicolosi, pela iniciativa e pelo trabalho. Eu não conhecia o seu site, quando precisava pesquisar algo em Valinhos só encontrava sites que deixam a desejar na organização e praticidade, mas o seu site está de parabéns. E também, obrigado, tenho certeza de que este site é e será muito útil para muitas pessoas.
06/09/2011 - 15:40:52 - Mentiras de verdade [+] Exibir mensagem
De: 'João Serralvo

Mensagem:Crer ou não crer? Eis a questão. Por que devemos acreditar nas pessoas? E por que não? Pois, se partirmos da dúvida, confrontando tudo antecipadamente, ficaremos com as mãos atadas, sem saber o que fazer. Podemos ofender alguém que seja sincero, perder boas oportunidades e até algum negócio rendoso, deixando de aproveitar a vida.
Quem ainda não ouviu uma destas desculpinhas marotas?
Do dentista: “não vai doer nada”...
Do marido: “estou atrasado porque fizemos serão no escritório”...
Da esposa: “fui ao cabeleireiro, estava lotado”...
Do amigo: “não pude ir, mas mandei uma mensagem avisando”...
Do empregado: “cheguei atrasado por causa do trânsito”...
Do patrão: “Vamos pagar os atrasados no mês que vem”...
Do médico: Esta receita vai resolver seu problema...
Do vendedor: “Faz 40 km por litro na cidade...
Do deputado: “Declarei tudo no Imposto de Renda”...
Do senador: “As passagens aéreas a Paris foram a serviço”...
Do comerciante: “O preço é bom, não estou ganhando nada”...
Do genro: “Minha falecida sogra era ótima, sinto falta dela”...
Do velório: “O falecido nunca fez mal a ninguém. Bom homem!”...
Do corretor: “O imóvel é bem localizado, rua tranqüila”...
Do filho: “Pode esperar pai, volto mais cedo hoje”...
Do pai: “Não comprei seu computador porque não tive tempo”...
Do candidato: “Criaremos duzentos milhões de empregos”...
Do mesmo, eleito: “nem estou pensando em reeleição”...
Do repórter da TV: “Esta é uma notícia exclusiva”...
Do apresentador do programa: “Voltamos já, não saia daí...
Ainda bem que pequenas mentiras resolvem sem ofender, e todos aplicam esses expedientes aos crédulos, aos ingênuos e aos expertos. Ninguém se importa. É normal, como se tudo tivesse sido combinado anteriormente. Se não fosse assim, nossos relacionamentos seriam mais difíceis e constrangedores. Faríamos menos visitas, compraríamos menos, mulheres não acreditariam nos homens, nem homens nas mulheres, pais duvidariam dos filhos e estes dos pais. Viveríamos uma triste solidão, sem contatos, sem encontros e... Talvez sem frustrações.
Segundo Goebbles, ministro da propaganda de Hitler, toda mentira muitas vezes repetida se converte em verdade. Exemplos: as promessas dos políticos, a propaganda comercial, o destino dos dízimos arrecadados pelas igrejas, os elogios em geral. E nós acreditamos só no que queremos acreditar.
Imagine se o seu nutricionista lhe proibir a picanha, a cerveja, os doces, a quantidade de comida! O que você faz? Acredita e obedece, ou confia no sentido do paladar? Hem?
Vejam um exemplo muito ilustrativo:
Um amigo foi à casa do fazendeiro, pedir o burro emprestado.
“- Não posso”, disse o fazendeiro, “já o emprestei a Fulano”.
Nesse momento, o burro zurrou no estábulo. O amigo reclamou:
“- Ora, seu mentiroso, o burro está aí...”
E o fazendeiro, fingindo-se irritado, gritou cheio de autoridade:
“- Em quem você acredita, em mim ou num burro?”
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Comentário: 11/11/2011 - 17:51:12 - Advogado [+] Exibir mensagem

De:Morgana

Comentário:Em resposta a essa mensagem seria esse sr advogado de porta de cadeia que qq mentira justifica uma verdade, mesmo que inocentes pagam por seu ego, que e deve ser tão grande qto ao do burro.
17/10/2011 - 15:12:57 - ruas ESBURACADAS [+] Exibir mensagem
De: 'Rodnei

Mensagem:Se você tem carro e utiliza ele para se locomover pelas ruas de Valinhos, tome cuidado com os buracos.
É o maior descaso das nossas autoridades com os cidadões que pagam seus impostos (IPVA, IPTU, etc), e não tem no mínimo ruas condizentes e muito menos sinalização para se locomoverem pela cidade.
Acho que os responsáveis pela Secretaria de Transportes devem andar de helicóptero pela cidade, pois não enxergam isto ou não querem enxergar.
Quando fazem algum trabalho do tipo tapa buraco, é um serviço mal feito que só serve para fazer sujeira nas ruas sem nenhuma eficiência.
Comentário: 03/11/2011 - 11:41:16 - Concordo [+] Exibir mensagem

De:Eder

Comentário:Concordo com nosso colega, as ruas da cidade de Valinhos estão em péssimo estado, sem contar que as lombadas que estão espalhadas por toda a parte, considero isso um exagero, a falta de sinalização também é um problema, principalmente a noite quando a visibilidade é prejudicada !
Comentário: 05/11/2011 - 11:14:13 - radares na Paulista [+] Exibir mensagem

De:Rodnei Saraiva

Comentário:Grato pelo comentário Eder, aproveito para observar que as lombadas alem de serem exageradas não tem sinalização e nem haveria necessidade delas tamanho é o número de buracos.
Outro assunto é a Avenida Paulista que a poucos dias está operando com radares, não há como correr nesta Avenida devido ao volume enorme de carros que transitam por ela, e a cada 100mts ou tem um buraco ou tem remendo mau feito.
Nesta avenida sim seria necessário lombadas em vez dos radares.
Por que os radares, fica a pergunta?
20/09/2011 - 10:27:51 - Credibilidade [+] Exibir mensagem
De: 'João Serralvo

Mensagem:Eu morava num apartamento de cobertura que possuía um enorme terraço. Nos finais de semana costumava reunir os amigos para bater papo e saborear umas e outras.
Certa noite, apareceu uma luz no céu, que se movimentava e se aproximava de nós rapidamente. Aquela luz, ao chegar mais perto, revelou ser uma nave espacial, esférica, brilhante, belíssima. Pequena, teria uns dois metros de diâmetro, no máximo. Parou no ar, um pouco acima de nós, e esticou três pés telescópicos, que apoiou no terraço, e parou ali. Abriu-se uma pequena porta, e de lá saíram dois seres extraterrestres, com cerca de quarenta centímetros de altura. Certamente viajantes do espaço sideral. Em seguida cresceram, ficando do nosso tamanho. Eram belos e perfeitos. Vestiam roupas simples, confortáveis e discretas. Falaram conosco em nossa língua portuguesa, com correção e sem sotaque. Disseram serem cientistas que procuravam outros planetas para acomodar o excesso de população do lugar de onde vinham. Muito gentis, sentaram-se conosco e responderam a todas as nossas perguntas. Em seguida quiseram saber onde e de quem poderiam obter informações científicas oficiais sobre nosso planeta. Informamos o que sabíamos, e os convidamos a comer e beber conosco. Eles apreciaram deveras as nossas bebidas, que acharam melhores do que as de seu planeta, e até abusaram um pouco, tendo que passar algum tempo descansando, antes de voltar a dirigir o seu estranho veículo. Perguntamos se não haveria nele um piloto automático, e nos disseram que sim, mas preferiam dirigir manualmente, por esporte. Agradeceram a nossa hospitalidade e gentileza, e se despediram. Depois se reduziram ao seu tamanho anterior, entraram em sua bonita nave, fecharam a porta, recolheram os pés telescópicos, e subiram vertiginosamente até sumir-se na escuridão do céu. Desapareceram!
Pois é, caro leitor, aposto que você não acreditou nessa história. É claro que não! Você não acreditaria mesmo que fosse verdade. Isso porque as pessoas só acreditam no que querem acreditar, no que suas consciências reconhecem e aceitam habitualmente, e rejeitam o que lhes parece estranho ou impossível. É normal!
Somos assim. Temos um sistema interno de defesa mental, que avalia nossas experiências e determina ou descarta o seu arquivamento em nossa memória. Assim sobrevivemos, registrando as informações recebidas como verdadeiras ou rejeitando-as como falsas. Quase sempre priorizamos as conveniências, tais como o interesse, a vantagem, o conhecimento, a justiça, a fé, o decoro ou a decência. Se não tivéssemos esse poder de arbítrio poderíamos ficar loucos. É assim na vida pessoal e na sociedade. É assim com as nossas crenças e nossos atos. Nossa memória é um registro seletivo, discricionário, que organizamos segundo nossas prioridades pessoais. Aliás, a própria História vem sendo feita desse jeito. Pois, como escreveu Idries Shah, ela não representa o que aconteceu, mas apenas os fatos e personagens que alguns historiadores julgaram mais importantes. Hoje, a História é o que a mídia registra e difunde, também seletivamente, de acordo com a opinião dos seus redatores, os quais mandam muita matéria inconveniente para baixo do tapete.
Por isso, muitas vezes nos enganamos, ou somos enganados, nos negócios, na política, no trato diário com as pessoas. Mesmo porque é difícil, às vezes, distinguir o certo e o errado. O dinheiro falso só existe porque existe o dinheiro verdadeiro. É comum acreditarmos naquilo que é de consenso geral, sem discutir ou analisar sua origem. Concordando com o que todos aceitam!
Saadi de Shiraz, em sua obra “Bostan”, relata um interessante episódio, que ilustra muito bem essa tendência nossa. É o seguinte:
Um homem se encontrou com outro, e viu que ele era elegante, gentil, inteligente, bem-parecido, e estava sendo generoso para com os pobres. Então lhe perguntou:
“- Quem é você?”
“- Eu sou o Demônio”, respondeu o outro.
“- Não pode ser”, disse o primeiro homem, “pois o demônio é feio, malvado, horrível”.
“- Meu amigo”, disse Satanás, “você esteve dando ouvidos aos meus difamadores”!
Está ai uma boa advertência: não devemos formar opinião sobre alguém se não temos conhecimento pessoal direto. Entretanto, se nos permitirmos acreditar sempre na auto-propaganda dos políticos, vamos acabar elegendo Satanás para algum cargo importante de governo!
Caro Leitor: talvez aquela visita dos alienígenas não seja só uma invenção para começar o artigo! E esse paralelo entre o demônio e os políticos, é para pensar bem!
Credibilidade não é o bastante...
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29/08/2011 - 15:01:07 - moradia [+] Exibir mensagem
De: 'adeilson

Mensagem:sera que em valinhos as casas são feitas de ouro? nunca vi uma cidade que não tem nada ser tão caro o custo de vida,quando teremos a possibilidade de adquidir uma casa nessa cidade que o aluguel fica com a metade do nosso salário? aqui é o fim da picada.
21/08/2011 - 15:10:23 - Cumplicidade [+] Exibir mensagem
De: 'João Serralvo

Mensagem:O chaveiro estava trocando a fechadura da porta de minha casa, comentando o problema da segurança, cada vez mais perigoso. Falei que seria bom se Deus voltasse logo à Terra e acabasse de uma vez com a maldade. Mas ele contestou imediatamente:
“- Isso é que não, cara! Deus não ia querer que a maior parte do povo perdesse o emprego, inclusive eu”.
Achei a objeção interessante, e fui seguindo o raciocínio dele, pois fazia sentido. O crime não favorece só aos que o praticam. Uma grande parte da população sobrevive, justamente, tentando combatê-lo ou impedi-lo. Se de repente o crime acabasse, os primeiros desempregados seriam os policiais, o pessoal da Justiça, os advogados criminalistas, os jornalistas investigativos, as seguradoras de bens, os chaveiros... Tentamos identificar quais as profissões que desapareceriam, e descobrimos que não seria fácil. Os beneficiários do crime são muitos, ainda que não participem dele diretamente, e talvez nem tenham consciência disso.
Muitas pessoas de bem trabalham, seja em suas atividades legais e honestas ou em órgãos de governo, combatendo o crime. Esses também ficariam desempregados!
A pergunta incômoda é: Isso nos torna cúmplices do crime?
A maioria cumpre as obrigações, paga suas contas, faz tudo da maneira mais correta. Mas são muitos os que tiram algum proveito da situação vigente, sem conivência com o crime, inocentemente. Se conseguíssemos traçar uma “linha divisória” entre o “crime” e a "virtude”, seria difícil alocar todos os cidadãos, porque há gente que se aproveita, sem saber, do nosso confuso estado de coisas.
Será a Mídia uma favorecida do Crime, enquanto explora com maledicência a curiosidade mórbida dos leitores e telespectadores? Como ficaria ela sem noticiar a violência, a picaretagem, a impunidade, os privilégios escusos e a safadeza? É obvio que teria índices menores de popularidade e poucos patrocinadores. Seu prejuízo seria significativo!
Supersticiosos, videntes, milagreiros, profetas, que exploram o medo das pessoas, não cometem crimes, mas prosperam... honestamente.
Os exageros da repressão policial são atos criminosos? Se um bandido reage à prisão e mata para salvar a própria vida, está em legítima defesa? Os profissionais que vendem segurança devem sua existência ao crime? A “linha divisória” é quase impossível. Afinal, o dinheiro falso não existiria se não houvesse dinheiro verdadeiro!
Sem a degradação social, saberíamos claramente quem governa; quem faz leis ou administra a sociedade. O que não acontece hoje, pois temos bandidos privilegiados “presos” em cadeias de cinco estrelas e algemas só para os pobres. As leis se amoldam à importância de seus infratores.
Estaria o Crime infiltrado nos órgãos do governo, na Justiça, na Polícia, e onde mais? Haverá alguma ingerência da comunidade criminosa internacional? Das máfias e dos bancos de paraísos fiscais?
Basta acompanhar o noticiário dos jornais para ficar na dúvida. Não se sabe se há realmente autoridade e obediência, se alguém exerce algum tipo de policiamento da sociedade. Mas o crime, ele sim, existe! Todos sabem.
A boa mídia admite e alardeia que os governantes já perderam a guerra contra o crime organizado. E o pior é que eles parecem reconhecer a derrota, e fica tudo por isso mesmo.
Alguém terá consciência da nossa realidade? Ou estamos todos cegos, surdos e mudos? E impotentes! Sem saber o que somos, afinal.
A resposta pode estar na seguinte imagem: Um tronco vai descendo o rio, boiando, aos trancos e solavancos, na forte correnteza. Nele vivem milhares e milhares de formiguinhas, todas muito ocupadas, preocupadas e estressadas, porque elas acreditam que estão pilotando o tronco.
Seremos como as formiguinhas daquele tronco?
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17/08/2011 - 20:52:17 - A vida [+] Exibir mensagem
De: 'Alessandra

Mensagem:Boa noite a rua da senhora que esta pedindo ajuda, dona Rosa,e rua Sao Paulo, e nao rua Avenida Brasil.
02/08/2011 - 18:44:13 - Problema de saúde (um pedido de ajuda urgente). [+] Exibir mensagem
De: 'Rosa Maria Prado da Silva

Mensagem:Queria falar sobre saude da minha filha ela esta parizda do braço da perna esta usando flalda cadeira de roda minha filha tem 40 anos tem 5 filhos nao tem marido paga aluguel ela nao tem nada na casa dela os filhos dele esta vivendo de ajuda dos outros nao tem nem uma cama pra dormi elas esta com braço pena parazida dormi no colchao no chao elas esta muito ruimmesmo eu sou mae dela estou desisperada nao sei mais oq fazer os medico vendo situaçao dela nao faz nada fui todos lugares asssitencia social nada resolveu queria vcs mandasse uma pessoa da assitecia social ir na casa dela pra ver asituaçao que ela esta vivendo medico de outra cidade dinosticou tumor cefalico pq em valinhos ela foi mal atendida si vcs nao fazer nada vou tomar outra providecia pq minha filha nao pode fica desse jeito paralizada vcs nao faz nada manda uma resposta por favpr minha filha chama terezinha aparecida da silva ela mora na vila santana rua avenida brasil numero255 por favor pelo amor de DEUS FAÇA ALGUMA COISA PRA AJUDA MINHA FILHA PEÇO POR FAVOR DESDE JA AGRADEÇO MINHA FILHA MORA EM VALINHOS OBRIGA ABRAÇO
17/07/2011 - 12:10:56 - Educação na Internet [+] Exibir mensagem
De: 'João Serralvo

Mensagem:O título acima devia ser "Falta de educação na Internet", pois é do que se trata aqui, afinal. Na rede, as pessoas revelam o seu grau de gentileza ou grosseria, sem perceber que estão expondo sua própria identidade.
Há recomendações de sobra sobre o bom comportamento que se deve ter na Internet. Talvez por não serem compreendidas, algumas são pouco observadas, como a que aconselha, por precaução, retirar todos os nomes precedentes antes de repassar uma mensagem. Negligências como essa são lamentáveis, porque a boa conduta não é apenas uma questão de cortesia ou delicadeza. A boa educação tem um significado técnico positivo.
A maioria da correspondência dos internautas, pelos diversos canais disponíveis na rede, troca-se com muita informalidade, entre amigos, descartando-se antigas fórmulas da via postal, como certas expressões de amabilidade, reverência, urbanidade e respeito. O que é compreensível, devido à familiaridade tão comum entre os usuários de computador, e por ser a Internet um veículo de comunicação basicamente livre e rápido. Até nas comunicações oficiais ou comerciais, dispensam-se as regras antes observadas como exigências protocolares relativas ao cerimonial ou à etiqueta.
A linguagem utilizada, especialmente pelos jovens, tem sido muito simplificada, a ponto de constituir verdadeiros códigos privados de grupos que se identificam pela idade, pela profissão ou, simplesmente, pela moda. Uma vantagem para quem não deseja ser prolixo ou tem pressa.
Além disso, os formatos padronizados, em uso na rede, facilitam a composição dos textos e sua leitura, permitindo ao destinatário responder com atenção e presteza ao remetente. Ressaltam o espírito prático que envolve toda a sistemática da Internet.
Entretanto, os pontos onde se concentram as principais falhas de uso do sistema são: a entrega das comunicações e a sua resposta.
Mensagens são devolvidas porque “a caixa postal está cheia”, por exemplo, evidenciando certo desmazelo de quem não examina diariamente sua correspondência pessoal. Isso é freqüente entre os internautas que gostam de manter diversos domínios. Há os que trocam seus endereços sem comunicar a mudança aos seus destinatários habituais, contribuindo assim para frustrar as entregas. Essas perdas são, muitas vezes, atribuídas a falhas operacionais dos provedores, sempre negadas por estes em nome da suposta infalibilidade da informática. Que não é infalível e pode conter, em seus programas, deficiências e erros a provocar desencontros, prejuízos ou constrangimentos.
Mas é nas respostas às mensagens escritas que está a pior parte; excluídas as coletivas que, evidentemente, não pedem resposta
Se você manda um artigo para o jornal; se responde a uma consulta ou envia dados solicitados; se pede alguma informação de que necessita para uma parceria; enfim, se quer estar certo da entrega ou teme que haja extravio, deve sempre pedir ao destinatário a confirmação do recebimento, como está previsto na formatação usual da rede.
Nesses casos, seu correspondente pode adotar diferentes posturas, a saber: (1) Confirmar o recebimento e mandar a resposta imediatamente, o que é correto e bastante raro. (2) Não confirmar o recebimento, se ele acha desnecessário por responder na hora, o que é satisfatório. (3) Não confirmar e responder tardiamente, desculpando-se, o que é razoável. (4) Não confirmar nem responder, o que deixa você na dúvida sobre: (a) se houve extravio da mensagem; ou (b) se ele a recebeu, mas não lhe deu a mínima importância!
Ora, dá o mesmo trabalho responder "sim" ou "não" ao pedido de confirmação do recebimento, e isso não implica em qualquer compromisso. Contudo, muitos correspondentes preferem clicar o "não", com medo do "sim", por precaução contra uma possível cobrança futura do remetente, ou por simples covardia!
Neste último caso, há falta de respeito ou manifestação óbvia da inferioridade psicológica própria dos tipos que rejeitam qualquer obrigação, temendo fazer algo não espontâneo! Como devemos proceder, então?
Temos um bom conselho na obra “Apologia de Sócrates”, de Platão. Conta ele que, um dia, o Mestre andava pelas ruas e jardins, ensinando os discípulos que o acompanhavam, como era o costume naquela época. Passou por eles um homem importante, a quem Sócrates cumprimentou com deferência e elegância. O indivíduo, porém, olhou para ele com desprezo, desviou o olhar ostensivamente, e seguiu seu caminho sem responder à saudação. Os alunos ficaram descontentes e ofendidos, e pediram ao mestre:
“- Dê-nos a sua autorização, e vamos dar uma boa surra nesse sujeito, para que ele aprenda a respeitar os outros”.
Sócrates, sempre sábio e calmo, perguntou:
“- Se nós encontrarmos, em nosso caminho, um homem gravemente enfermo, vamos odiá-lo por ter menos saúde do que nós?”
“- Claro que não”, responderam os discípulos, “teremos pena dele!”
“- Então”, completou Sócrates, “não devemos ficar com raiva de um homem só porque ele tem menos educação do que nós”.
Portanto, devemos seguir o conselho do sábio, que é magnífico! Certamente, aqueles que nos dão as costas, ao ignorar ou desprezar nossas comunicações, são carentes de educação. E essa falta requer paciência, compreensão e, sem dúvida, nosso perdão, pois eles são inconscientes de sua inferioridade. Se você for religioso, faça uma oração por eles. E não os incomode mais com suas mensagens. Eles nunca se regeneram.
Esqueça. Melhor deixá-los em paz!

09/07/2011 - 16:08:54 - A corrida [+] Exibir mensagem
De: 'João Serralvo

Mensagem:Em certa época, havia uma estrada de ferro, de propriedade de John Davidson Rockfeller, que servia um bom trecho nos Estados Unidos, escoando a produção e transportando passageiros. Dava muito lucro, e despertou a atenção de um concorrente, o qual construiu outra estrada, paralela. Começou a competição e uma guerra de preços. O concorrente viu que o Rockfeller acompanhava as baixas cotações dos seus fretes. Então ele foi à Inglaterra, que tem os melhores contadores do mundo, contratou cinco deles e fez esta encomenda:
“- Quero que vocês examinem a minha empresa e também a do Rockfeller. Depois, me respondam: se eu baixar os meus preços até abaixo dos custos, e se o Rockfeller acompanhar, quanto tempo eu agüento, e quanto tempo ele agüenta. Não deixem ninguém saber de sua pesquisa”.
Os hábeis contadores fizeram o seu trabalho, e responderam:
“- Você agüenta um ano. Ele fecha em seis meses”.
O concorrente pôs em prática o seu plano, e o outro o seguiu. Passaram seis meses, e nada aconteceu. Passou um ano, e o concorrente quebrou. Falido, vendeu a sua estrada ao Rockfeller por um dólar, e depois lhe perguntou:
“- Já que você ganhou me diga: onde foi que os meus contadores se enganaram? Pois você deveria quebrar aos seis meses”.
Resposta:
“- Eles não se enganaram. Fizeram um bom trabalho, e sua conclusão foi correta. Mas quando eu descobri o seu jogo secreto, passei a despachar o meu movimento pela sua estrada, e assim lhe transferi o prejuízo”.
Essa história revela uma tática muito eficaz, mas não tem muita originalidade.
Meu saudoso pai, Francisco Serralvo, contava outra, muito conhecida na roça, que pode servir de analogia a ela. É a seguinte:
O sapo e a raposa fizeram sociedade para plantar uma roça de milho. Tudo foi bem até chegar à época da colheita. Então a raposa, que sempre foi muito esperta, fez a seguinte proposta:
“- Compadre sapo,” disse ela, “a plantação é pequena. Não vai dar para nós dois. Vamos disputar uma corrida, e quem chegar primeiro fica com tudo”.
O sapo topou a parada. Prepararam a competição, marcando o início e o final do trajeto, e eles tomaram posição. Mas, quando foi dada a largada, e a raposa fez os primeiros movimentos, o sapo pulou nas costas dela e se agarrou ali. Ele cavalgava e gritava:
“- Corre comadre, que o milho está pronto!” E ria às gargalhadas.
Quando se aproximaram da chegada, antes que a raposa atingisse a marca, o sapo deu um pulo e passou à frente dela, chegando primeiro. Ganhou a corrida ficando com todo o milho.
Em ambos os casos, a estratégia foi a mesma: transferir para o inimigo os encargos da batalha. Deu resultado.
Deveríamos procurar saber mais sobre os antigos costumes caipiras, a grande fonte de sabedoria do nosso povo. Pois eu creio que Rockfeller já conhecia a aposta da raposa e do sapo!
04/07/2011 - 10:58:19 - Pondo as barbas de molho [+] Exibir mensagem
De: 'João Serralvo

Mensagem:Há cerca de 16 ou 17 anos, a inflação brasileira nos deixou uma sofrida lembrança do seu poder devastador da vida econômica das pessoas e das empresas. Apesar de ter sido controlada e vencida pelo Plano Real, em 1993/1994, o medo de sua volta nunca deixará as pessoas que viveram naquela época. Hoje ela está sendo chamada de Dragão!
Você se lembra? Salários precisavam ser gastos no mesmo dia, pois os preços cresciam rapidamente. Sobras iam imediatamente para o over, para tentar preservar algum poder de compra. Porém, a rentabilidade das aplicações não acompanhava a desvalorização da moeda. Todos perdiam.
Hoje, intelectuais importantes acreditam na possibilidade de seu retorno, o que me parece assustador. Dados econômicos e fatos políticos, internos e de ordem mundial, apresentados por escritores, palestrantes e jornalistas, fazem suspeitar de uma recaída, o que é muito preocupante, especialmente para empresas pequenas e médias. E também para pessoas físicas. O Dragão é perigoso.
Até 1967 nossa moeda se chamava Cruzeiro. Quando começou a se desvalorizar, cortaram três zeros e passou a se chamar Cruzeiro Novo. O processo se repetiu várias vezes, sempre cortando três zeros e, até 1993 tivemos novamente Cruzeiros, Cruzados, Cruzados Novos, mais Cruzeiros, e finalmente o Real, que está vigorando até hoje. Em 26 anos tivemos nada menos de seis moedas desvalorizadas.
R$1,00 de 1994 valia Cr$2.750.000.000.000.000,00 de 1967.
No governo Sarney (1985/1990) chegamos a perder 80% ao mês! No governo seguinte, Collor, a loucura de um confisco da poupança arruinou os recursos do povo. Depois veio o presidente Itamar Franco, acertando as contas com o Plano Real. Agora estamos assustados de novo. A desvalorização da moeda é o primeiro sintoma da inflação, seja ela de causas econômicas, sociais ou políticas, porque é de percepção intuitiva antes de ser detectada oficialmente. Quando ela se institui, nada podemos fazer no âmbito empresarial ou individual além de procurar defender o dinheiro utilizado em nosso orçamento particular ou pequenos negócios.
Por isso, precisamos estar prevenidos.
Durante os anos de inflação, a alta constante dos preços estimula o aparecimento de oportunistas que oferecem produtos adulterados ou de qualidade inferior. Assim, o dragão nivela todo o mercado por baixo. O consumo de produtos e serviços inferiores, mais baratos, é uma armadilha que vai disparar mais adiante, causando verdadeira devastação monetária. As maiores vítimas são os assalariados e as classes mais pobres.
Atualmente, o controle da inflação é uma das metas prioritárias do governo federal. Ele garante ter tudo sob controle. Mas as indexações de preços já começaram, sendo responsáveis talvez por 15% das altas dos últimos meses. Já são indexados o salário mínimo, os aluguéis, as tarifas de telefone, energia e água, o transporte público e os combustíveis. A grande ameaça do dragão é a indexação automática dos preços. É assim que ele começa a soltar fogo pelas ventas e arrasar toda a economia. Para reduzir a demanda, o presidente do Banco Central aconselha a comprar menos e poupar, já que o rendimento das aplicações financeiras está em elevação. Mas essa elevação, se persistir e for crescente, já é um mau sinal.
Está na hora de pormos as barbas de molho. Por enquanto! Pois quando a indexação generalizada se instalar, como vamos nos defender? Nós, os profanos, não somos especialistas financeiros. Não somos ricos, políticos, bandidos ou grandes empresários, que têm como recuperar suas perdas. Somos apenas massa de manobra para cálculos econométricos e estatísticas.
Não vai ser divertido procurar agulha em palheiro, mas vale a pena tentar uma solução. Até lá, é torcer para que o Plano Real resista. Então voltaremos ao assunto, e conversaremos sobre o que nós mesmos podemos fazer por nós próprios. Mas ainda é cedo.
Caro leitor, penso que teremos novo encontro em 2012. Com sorte, agüentaremos até 2013 ou 2014. Até lá.
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22/06/2011 - 10:03:48 - Invasão do inglês [+] Exibir mensagem
De: 'João Serralvo

Mensagem:Afirma-se que a expressão “feedback” não tem tradução para a nossa língua. Mas tem! Segundo o dicionário Aurélio, significa “realimentação” ou "retroalimentação”, conforme o caso. Em eletrônica é “realimentação negativa”. A tradução correta de “feedback” é “retroação”, que representa uma ação conseqüente a uma informação. Num laminador de aço o objetivo é manter a espessura uniforme da chapa. Se esta varia, um "apalpador" colocado na saída dos cilindros informa um “amplidino”, reajustando-se o sistema na medida certa. A definição matemática é: “uma função de função que liga, através da variável dependente, todas as variáveis de uma função”.
“Marketing” é outra palavra supostamente sem tradução... Mas também tem. O Aurélio dá “mercadologia”. Poderia ser "mercantização”, expressão mais própria, que seria uma ação controlada sobre o mercado.
Estrangeirismos são usados por quem desconhece o contexto em que se usa a palavra original. Não se pergunta se temos a correspondente em nosso idioma. Parece haver uma preferência cabotina pela exibição de cultura poliglota tão superficial quanto falsa. Essa devoção invade tudo. Vejam só:
Na ginástica temos: lazy walk, sitting on the pole, carrousel, fireman move, hand stand, significando posturas ou movimentos. Na música criaram o rebolation! Na informática, o começo do texto é home, o fim é end. E por que escrevemos “site” e pronunciamos “sáite”? Por que não dizer "sítio” como nos países de língua espanhola? Ou usar a nossa própria língua e dizer “lugar” ou “página”? Agora copiamos o bullying, que a mídia não pensou em traduzir para “violência escolar”, por exemplo. Fazemos compras nos Shopping centers. Usamos outdoor em vez de cartaz, painel, anúncio ou letreiro. Trocamos tudo isso por um simples “porta-fora” inexpressivo e incorreto. Pior: o tal outdoor aparece até em textos de leis ou regulamentos! Carteira de investimentos de banco brasileiro é it now, e propaganda de carro novo nacional anuncia new thinking, new possibilities.
Existem alguns avanços. Hoje dizemos “vocalista” e não crooner, "locutor” e não speaker, “bandido” e não gangster. Mas o cartão de crédito é card, refeição ligeira é fast food, serviço domiciliar é delivery. E, o pior de tudo: muitos jornais são news! Jornais brasileiros news? Credo!
No comércio temos: Antonio’s, Gold Street Bar, Matsu Japanese food, Goldfarb, Realty, Shoestock, Cambui garden, Structure, Mall, Bob’s. Servem para o happy hour...
A opção pelos estrangeirismos vai bem com as tentativas do Ministro Haddad de aprovar livro com erros e aplicar o kit-gay... Esses desvios são razoáveis, desde que o Ministro Gilmar Mendes rasgou os diplomas dos jornalistas, os conhecedores oficiais de nosso idioma. Agora nós, os profanos, que somos amadores, vamos escrevendo "de ouvido"...
Muitas vezes o emprego de palavras estrangeiras torna-se ridículo ao explorar o esnobismo barato para se exibir. Essa cafonice dá aos prédios nomes ingleses como: Go, Up, Wi, Unitt, Theone, Mood, Smart, etc. São cheios de atrativos como playgroud, street ball, fitness center, child care, garageband, beautycenter, nature, shit box. O comprador não sabe o que são, mas os considera um refinamento, símbolos de status! E até arrisca um ok!
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou, em 2007, o projeto de Lei que proíbe o estrangeirismo no país. Não pegou. Houve pressão contra, especialmente da imprensa. Em artigo intitulado "Uma chamada para trás”, o escritor Nelson Motta investe fazendo caçoada e achando-se engraçado. Pergunta, por exemplo, qual seria a tradução para milk-shake, e sugere “leite chacoalhado”. Será que ele nunca tomou “leite batido”? Em seu artigo "Palavras proibidas" Ruy Castro reconhece que “o brasileiro tem abusado do inglês” e confessa que “a cafonice impera”...
No futebol foram vertidos os termos e as posições do jogo. Isso porque nos tornamos uma potência nesse esporte, e não ficaria bem o campeão mundial apresentar seus craques fantasiados de gringos. Teríamos que cantar o Hino Nacional em inglês (ou o hino inglês) no início dos jogos.
Caro leitor, se não voltarmos ao português, a nossa Flor do Lácio vai murchar e cair. Será mais uma língua morta, como o latim e o aramaico.
E vamos escrever Brazil com Z!
04/06/2011 - 11:46:03 - Nova Lei sobre prisões [+] Exibir mensagem
De: 'João Serralvo

Mensagem:
LEI 12.403/2011 aprovada pelo CONGRESSO NACIONAL e sancionada em 05/05/2011 pela Presidente DILMA ROUSSEFF e pelo Ministro da Justiça JOSÉ EDUARDO CARDOZO.

Quem não é da área de Segurança Pública, fique sabendo que em 60 dias (05/07/2011) a nova lei entra em vigor e a PRISÃO EM FLAGRANTE E PRISÃO PREVENTIVA SOMENTE OCORRERÃO EM CASOS RARÍSSIMOS, aumentando a impunidade no país. Em tese, somente vai ficar preso quem cometer HOMICÍDIO QUALIFICADO, ESTUPRO, TRÁFICO DE ENTORPECENTES, LATROCÍNIO etc.
Os Demais crimes serão convertidos em 9 tipos de MEDIDAS CAUTELARES:

- Comparecimento periódico no fórum para justificar suas atividades;
- Proibição de freqüentar determinados lugares,
- Afastamento de pessoas,
- Proibição de se ausentar da comarca onde reside,
- Recolhimento domiciliar durante a noite,
- Suspensão de exercício de função pública,
- Arbitramento de fiança,
- Internamento em clinica de tratamento e,
- Monitoramento eletrônico.

OBS: Quem vai fiscalizar isso tudo?

Para quem não é da área, isso significa que crimes como:

- homicídio simples,
- roubo a mão armada,
- lesão corporal gravíssima,
- uso de armas restritas (fuzil, pistola 9 mm, etc.),
- desvio de dinheiro público,
- corrupção passiva,
- peculato,
- extorsão etc.

Dificilmente ficarão presos quem for pego cometendo os seguintes crimes abaixo e nem será admitida Prisão Preventiva ou a manutenção da Prisão em Flagrante, pois em todos esses casos será cabível a conversão da prisão em uma das 9 MEDIDAS CAUTELARES acima previstas. Além disso, a nova lei estendeu a fiança para crimes punidos com até 4 anos de prisão, coisa que não era permitida desde 1940 pelo Código de Processo Penal!

- Porte de arma de fogo, (alguém com uma arma ilegal e sem porte. Exemplo: Um traficante armado que foi preso)
- disparo de arma de fogo ( Um cara que dispara tiros de sua janela e acerta uma pessoa e foi preso),
- furto simples, (Um cara que abriu seu carro e levou seu CD e foi preso)
- receptação, (O cara que ficou com o seu CD e foi preso junto com o que furtou)
- apropriação indébita, (O cara que pegou seu carro para fugir do localo de crime e foi preso)
- homicídio culposo no trânsito, (O cara “doidão” que bateu no seu e seu filho morreu no acidente)
- cárcere privado, ( Pais que mantém seus filhos em cárcere privado)
- corrupção de menores, ( Pessoas que colocam menores para roubar e ficarem com os lucros)
- formação de quadrilha, ( Vários marginais que foram presos quando faziam um “arrastão” na rua)
- contrabando, ( O cara preso com um monte de importados, mesmo falsos para de vender)
- armazenamento e transmissão de foto pornográfica de criança, (PEDÓFILO)
- assédio de criança para fins libidinosos, (O cara “canta” uma menor e oferece dinheiro para “Comer” essa menor)
- destruição de bem público ( O cara que destrói, pixa, qualquer bem público),
- comercialização de produto agrotóxico sem origem,
- emissão de duplicada falsa, e;
- vários outros crimes punidos com até 4 anos de prisão, ninguém permanece preso (só se for reincidente).

Em todos esses casos o Delegado irá arbitrar fiança diretamente, sem análise do Promotor e do Juiz. Resultado: o criminoso não passará uma noite na cadeia e sairá livre pagando uma fiança que se inicia em 1 salário mínimo! Esse pode ser o preço do:

- seu carro furtado e vendido no Paraguai,
- do seu computador receptado,
- da morte de um parente no trânsito,
- do assédio de sua filha,
- daquele que está transportando 1 tonelada de produtos contrabandeados,
- do cidadão que estava na praça onde seu filho freqüenta portando uma arma
- do cidadão que usa um menor de 10 anos para cometer crimes etc.

Em resumo, salvo em crimes gravíssimos, com a entrada em vigor das novas regras, quase ninguém ficará preso após cometer vários tipos de crimes que afetam diariamente a sociedade. Para que não fique qualquer dúvida sobre o que estou dizendo, vejam a lei.

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12403.htm

28/05/2011 - 11:59:41 - fuja da Triskle [+] Exibir mensagem
De: 'Angela

Mensagem:nunca passam os orçamentos pedidos.
28/05/2011 - 11:54:10 - loja Triskle em Valinhos [+] Exibir mensagem
De: 'Marisa

Mensagem:Ja cansei de pedir orçamentos na loja Triskle. Jamais obtive um retorno. Sinceramente, não sei por que continuam abertos, já que não tem a menor consideração pelos clientes.
10/05/2011 - 14:16:54 - Proibição do cigarro [+] Exibir mensagem
De: 'João Serralvo

Mensagem:Se você é fumante, cuidado! Pode ser flagrado com o cigarro aceso e pagar multa ou ser preso. Mas as fábricas de cigarro continuam produzindo, porque pagam altos impostos... Não parece uma forma de suborno? Outro dia, num programa do Repórter Eco da TV Cultura, o apresentador sugeriu que não se podem fechar as fábricas porque isso estimularia o contrabando. Uma confissão oficial de incompetência, covardia e cumplicidade dos governos!
06/05/2011 - 21:29:10 - Inocentes e pecadores [+] Exibir mensagem
De: 'João Serralvo

Mensagem:Você compra um carro novo, caríssimo, seu sonho de consumo. Então pode ser convocado pelo fabricante, mediante um recall, a levar o veículo para consertar algum defeito de fabricação, evitando que o sonho se transforme em pesadelo. E se você não atender ao convite e não cumprir o recall, comete uma infração que vai ficar registrada no seu \"renavan\". Quando for vender o carro, ele estará depreciado e você ficará com o prejuízo. É a legislação invertida dos Detrans que, inexplicavelmente, pune o comprador, que é a vítima, em vez de culpar as montadoras que põem à venda o produto com defeito. Os inocentes pagam pelos pecadores. Talvez seja porque as montadoras pagam altos impostos... Isso não parece uma forma de suborno?
29/04/2011 - 11:12:00 - Influência das circunstâncias em nossa vida [+] Exibir mensagem
De: 'João Serralvo

Mensagem:Na década de 70 reuni algumas pessoas interessadas em procurar e estudar certas comunidades avançadas, detentoras de alta sabedoria, para analisar suas práticas, conhecimentos, e compreender o seu modo de vida.
Algumas eram bastante primitivas, quase selvagens. Outras eram mais civilizadas, e já empregavam certa tecnologia. Um especialista, viajante experiente, nos guiava pelo norte da África e orientava nossas buscas.
A princípio foi tudo muito emocionante. Cada encontro era uma revelação, e nosso aprendizado progredia com grande proveito. Depois de algum tempo, o rendimento do grupo começou a decair muito. O cansaço era constante. Chovia demais e os carros atolavam. A comida mediterrânea era pesada e nos desarranjava. Passávamos frio e fome durante as viagens. Ficávamos doentes, abatidos, e fomos desanimando. Por fim, acabou o dinheiro, e isso foi decisivo!
Sem forças para continuar, fizemos uma reunião com nosso guia, e lhe dissemos que pretendíamos parar e voltar para casa, deixando a nossa pesquisa para outra ocasião em que estivéssemos mais preparados.
Ele nos ouviu com muita atenção e paciência. Gentilmente, pediu-nos uma vasilha. Demos a ele uma tigela grande, a melhor que encontramos. Depois ele pediu uma jarra com água. A seguir despejou a água na tigela e me explicou:
“- Esta vasilha representa o mundo, o seu mundo, onde você se movimenta todo dia. A água representa as circunstâncias de sua vida, ou do que você pretende fazer”.
Ele colocou na água uma rolha de garrafa, de cortiça, e me disse:
“- Veja como ela se aproveita das circunstâncias para movimentar-se, mantendo-se na superfície”.
Deu um tempo, para que captássemos o significado de suas palavras. Depois jogou na água um chumaço de algodão, que se encharcou e afundou rapidamente. Ele olhou para mim, apontou-me o dedo e disse:
“- Você não pode absorver as circunstâncias”.
Foi um choque muito severo para todos nós. Mas não foi difícil compreender que não estávamos utilizando todos os nossos recursos, todas as nossas capacidades. De fato as circunstâncias podem nos paralisar, impedir movimentos, bloquear ações. Compreendendo essa realidade, nós reagimos, enfrentamos e resolvemos os nossos problemas, superamos as dificuldades, e fomos até o fim da pesquisa, que terminou na Espanha.
Depois dessa experiência, nunca mais nos permitimos “absorver as circunstâncias”. Nunca mais recuamos diante das dificuldades, sem antes empregar todo o nosso potencial.
Aquele choque produziu no grupo uma mudança de estado, que transformou sua disposição e corrigiu seu comportamento, ampliando a sua visão de mundo. Foi um progresso real, um crescimento interior, que não quisemos perder jamais.
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22/04/2011 - 10:08:57 - Detrans apoiam venda de carro com defeito [+] Exibir mensagem
De: 'João Serralvo

Mensagem:
O nosso já bem conhecido recall é uma simplificação operacional adotada pelas indústrias para reduzir os custos do Controle de Qualidade. Aumenta seus lucros, mas prejudica o comprador do produto. Começou com as montadoras de carros, ao constatarem que esse controle se tornava um elemento muito caro no processo de fabricação, podendo chegar a 25% do total. O prejuízo do recall não passaria de 5%, se tanto, porque os produtores de auto-peças dariam descontos às montadoras, nas suas faturas, para compensar os fornecimentos com falhas. É o que se comenta no comércio, à boca pequena.
Mediante técnicas avançadas, as montadoras reduziram ano a ano os gastos com o controle da qualidade apresentados em seus demonstrativos contábeis. A solução mais esperta, porém, foi a sua eliminação total através do recall, hoje aplicado abertamente. O dicionário Aurélio define essa prática como a \"convocação que o fabricante ou distribuidor faz ao consumidor, para retorno de produto já vendido, no qual se descobriu, posteriormente, defeito ou problema”. Na ótica do comprador, seria preferível descobrir tais defeitos antes da venda, evitando-os.
A manobra é perfeita. Além de aumentar os lucros, ainda transmite uma falsa aparência de legalidade e maior responsabilidade empresarial! Mais que isso, o recall tem um prazo, que o comprador não pode perder, porque desobrigaria o produtor de qualquer responsabilidade. O pior é que agora tem, legalmente, o apoio dos órgãos controladores de trânsito. Se o comprador não atender ao chamado da montadora, comete uma falta que fica registrada no seu \"renavam\", como se fosse uma infração, e ele vai perder no preço quando for vender o carro. Devia ser o contrário: as montadoras sim pagariam grossas multas por ter posto o veículo à venda com defeito.
Marcos Tadeu, consultor de segurança, esclarecendo o assunto, já afirmou: “É sabido que, estatisticamente, o controle de qualidade vem falhando. É mais fácil para o fabricante, em vez de perder tempo fazendo muitos testes, levar o produto ao mercado e lidar com aqueles que derem defeito”.
Essa artimanha explodiu no comércio de automóveis. Milhões de carros, de muitas marcas, saíram das fábricas com defeito já conhecido. Maria Inês Dolci, da Defesa do Consumidor, diz: “é uma vergonha que fabricantes de produtos com alta tecnologia e preço nada popular falhem tanto. Nada justifica isso, mas os ‘recalls’ automotivos se multiplicam”. Segundo ela, o que deveria ser “um instrumento para as exceções subverte o princípio dessa convocação”. Concluindo, ela diz: “Na era da alta tecnologia, há algo muito errado em tantas convocações para reparo de veículos”.
Impossível acompanhar todos os casos. Não se faria mais nada!
Dizem que, ao adotar o ardiloso recall, o presidente de uma dessas empresas teria dito: “Pronto! Terceirizamos o controle de qualidade. Agora ele será feito pelos próprios clientes... e de graça! E com isso podemos até esticar os prazos de garantia sem mais despesas”.
E todos deram gostosas risadas.
A partir de novembro, esses \"próprios clientes\" passam a ser obrigados a colaborar com a esperteza das montadoras, sob pena de arcarem com a depreciação de seus veículos.
É a legislação ao contrário. O comprador assume a culpa de quem vendeu produto defeituoso. Palavra dos Detrans. É justo? Será que os órgãos de Defesa do Consumidor vão se manifestar? E os jornais, vão deixar passar mais essa? Ou precisamos contratar advogados?
Por enquanto, caro consumidor, é preferível comprar um semi-novo nas concessionárias, com garantia, financiamento e teste de direção. Pois além de ser mais vantajoso, você ainda pode defender os seus direitos, em caso de defeito. Se o atendimento falhar, tem aquela alternativa pouco recomendável, mas muito eficiente no comércio: o calote!
Funciona, e não vai para o Renavam.
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10/04/2011 - 10:32:13 - Leite derramado [+] Exibir mensagem
De: 'João Serralvo

Mensagem:Diz-se que não adianta chorar o leite derramado. Entretanto, nos últimos dias muitos jornais, com seus bons colunistas, e canais de televisão, em seus variados programas, noticiaram e comentaram o massacre sem precedentes praticado no Rio de Janeiro por Wellington Menezes de Oliveira. Ex-aluno de 24 anos, invadiu uma escola municipal em Realengo, no dia 7 de abril, matou 12 crianças de 12 a 15 anos, a tiros de revolver, e feriu outras tantas, suicidando-se em seguida, após ser barrado por um policial que o enfrentou. O sangue derramado dessas crianças é o leite que se chora, agora, na busca de um sentido ou explicação para a chacina que parece seguir um padrão sinistro originário dos Estados Unidos. Exemplo de violência escolar da cultura anglo-saxônica, como esse conceito de bullying que estamos importando sem necessidade, devido à nossa ridícula mania de imitação.
As investigações ficam boiando na superfície, especulando sobre o endurecimento das leis penais, a facilidade de obter armas, o regime policial, a insegurança nas escolas, os dramas pessoais e as habilidades do assassino. Por mais que os estudiosos apurem dados e referências, tentando formar uma opinião pública ou científica, não podem esconder o fato de que nada sabem!
O caso da escola Tasso de Oliveira, como seria o de qualquer outra, tem dois aspectos: o individual e o social.
Do indivíduo, só sabemos que não trabalhava, não tinha experiência profissional, era anti-social, apático, não praticava esportes, não namorava e seria virgem. Nada que nos leve a compreender a premeditação de seu crime, seguido de suicídio, apesar da carta que deixou. Pois não é possível analisar alguém sem sua presença e participação voluntária. Se o homem está morto, nem o próprio Freud poderia descobrir os seus motivos e o funcionamento de sua mente. Tudo o que se pode arriscar são sugestões pessoais, além de rótulos sem quaisquer significados psicológicos úteis.
Do ponto de vista social, temos a figura do fazendeiro que fechou a porteira depois que o boi escapou. Para evitar, pelo menos, que mais bois escapassem. É o que transmitem os comentaristas que falam ou escrevem sobre o caso. Estes conseguem apontar deficiências e sugerir providências que poderiam ser adotadas para minimizar acontecimentos como esse. Aumentar a segurança nas escolas, fazer um policiamento mais preventivo e mais intenso, em vez de correr atrás do que já aconteceu. Aplicar leis penais mais severas, aprimorar a educação e assistência aos jovens. Pôr em prática as modernas teorias do Direito conhecidas e divulgadas pelos juristas e estudiosos do comportamento humano. As religiões e a filosofia completariam a divulgação das regras e princípios sociais que a mídia, especialmente a televisão, deveriam oferecer ao povo, em vez de programas e exemplos de tão baixa categoria.
Segundo as estatísticas, o denominador comum entre os viciados em drogas e os que, por vários motivos, se desviam da boa conduta, é que a maioria deles não trabalha. Pode ser por razões políticas ou econômicas, de administração ou de governo, não importa. A verdade é que as pessoas que se comprometem com algum trabalho produtivo e honesto têm menos tempo para pensar em futilidades e idéias estranhas, e mais inspiração para realizações de significado importante, no campo da arte, da ciência e do trabalho prático.
Uma amiga agricultora costuma me dizer que nós precisamos da \"terapia da enxada\". Que se jogarmos esses desocupados numa fazenda com as ferramentas adequadas eles descobrirão seu caminho profissional. Há um certo exagero nisso, mas não se pode negar que faz sentido.
Já dizia o livro de Jó, capítulo cinco, versículo sete, que \"o homem nasce para o trabalho, como a ave para o vôo\". É verdade!
Se uma ave não voa, ela cai, morre e apodrece como qualquer cadáver. Assim é o homem que não trabalha. Está destinado ao fracasso, terá o crime como alternativa e acabará sendo morto e enterrado.
Se a sociedade não quer ser co-autora do crime, ao produzir essa espécie de cidadãos, deve criar, com absoluta prioridade, condições de trabalho digno para todos.
Ou continuaremos chorando o leite derramado!
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(Valinhos, 9/4/2011)
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06/04/2011 - 16:00:01 - Saidinha de banco [+] Exibir mensagem
De: 'João Serralvo

Mensagem:O sujeito vai ao banco, e faz um saque no guichê do Caixa. Ou retira o dinheiro no caixa eletrônico. Tanto faz! De qualquer forma, ele está sendo vigiado por um olheiro da quadrilha. Este liga para o seu assecla, o parceiro que está lá fora esperando a informação, e dá a dica. Descreve o cliente que vai saindo com a grana e diz o valor. Assim que chegar à rua, o sujeito será abordado pelo bandido e assaltado. Não dá pra escapar. Tem que entregar e perder tudo. Depois pode ir à polícia, fazer boletim de ocorrência, mas nada disso vai trazer o seu dinheiro de volta, e ninguém será preso. É assim que funciona. Se sair com seu carro do estacionamento do banco, ou de taxi, o bandido o acompanha e assalta na primeira oportunidade.
Chamam a isso \"saidinha de banco\". É uma forma de assalto que está ficando cada vez mais comum. Se você prestar atenção, pode distinguir os olheiros dentro do banco. Eles estão sempre de olho em você. Às vezes até se confundem com os funcionários do banco, e usam crachás, atrevendo-se a oferecer ajuda aos clientes menos avisados. Já houve quem suspeitasse até de funcionários do próprio banco, que poderiam estar mancomunados com as quadrilhas, levando alguma vantagem do produto do assalto.
O instrumento que melhor permite essas operações é o telefone celular. Sem ele, a saidinha de banco não seria possível, ou ficaria muito difícil. A solução óbvia para tal problema tem sido proposta insistentemente. É evitar ou dificultar o uso de celulares dentro dos bancos. As pessoas teriam que deixar os seus aparelhos na entrada, ou teriam que mantê-los desligados. Mas essas são duas exigências difíceis de pôr em prática. Melhor seria, então, bloquear o uso dos celulares. Uma vez dentro do banco, eles não funcionariam, devido a algum tipo de obstrução eletrônica aplicada no recinto.
Será que isso é possível? Claro que sim!
Lembro-me de uma notícia, já com quase dez anos, sobre certa cerimônia religiosa muito solene realizada numa catedral francesa. Estavam presentes repórteres de todos os jornais mas, quando eles tentaram transmitir suas matérias de dentro da igreja, não conseguiram. Seus celulares estavam mudos! Haviam colocado no recinto um aparelho eletrônico fabricado em Israel, do tamanho de um livro, que produzia um sinal capaz de inibir qualquer transmissão que se tentasse fazer naquele lugar. Apenas isso. Extremamente simples. Irritantemente simples! Mas funcionou para os franceses.
Sem dúvida, também daria certo para nós. Resolveria o nosso problema da saidinha de banco com a maior facilidade, automaticamente! Os olheiros das quadrilhas ficariam impedidos, como os repórteres franceses.
E por que não usar o mesmo instrumento nas penitenciárias, onde o assunto é ainda mais sério? Bandidos que fazem de suas prisões o seu quartel general, e de onde comandam todas as suas operações criminosas usando celulares, estariam de mãos atadas, sem comunicação telefônica com seus parceiros de fora.
A pergunta é, portanto: por que ignoramos uma solução eficiente e simples como essa? Por que não adotá-la? O aparelho bloqueador fabrica-se em Israel, onde estaria disponível, mas não se difunde o seu uso, nem a mídia divulga sua existência! Parece um segredo que deve ser preservado nos nossos meios. Por qual motivo? Por ignorância ou por conveniência? A quem aproveitaria essa situação?
Vamos supor que esse maravilhoso bloqueador não existisse, que os israelenses não o fabricassem, e que a notícia dos franceses não fosse verdade. Ainda assim, poderíamos inventá-lo. Pois eu duvido que os nossos engenheiros especializados em eletrônica não possam fazer isso. É claro que podem. Bastaria encomendar a um deles.
As tentativas até agora realizadas de bloquear os celulares nos bancos e nas penitenciárias têm sido, no mínimo, ingênuas, e são rejeitadas com desculpas indesculpáveis. Pergunto de novo: a quem aproveitaria a situação atual? A quem caberia encomendar a fabricação do bloqueador?
É um mistério. Não tenho resposta. E você, caro leitor, consegue imaginar alguma explicação?
Quem sabe se estamos fazendo como os antigos políticos gaúchos, que preferiam \"deixar como está para ver como é que fica\"... Pode ser!
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(Valinhos, 6/4/2011)
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02/04/2011 - 10:02:49 - Renovação dos quadros [+] Exibir mensagem
De: 'João Serralvo

Mensagem:Em geral, a renovação dos quadros de pessoal das empresas se faz ocasionalmente, em resposta a necessidades decorrentes da demissão de empregados, ou devido ao crescimento das mesmas. Especialmente nos cargos de maior relevância, a renovação quase nunca se faz por substituição predeterminada dos mesmos. Geralmente as nomeações têm cunho político, ou técnico, e ocorram devido ao desligamento de ocupantes que se aposentam ou se retiram por motivos próprios.
Vejo com otimismo, em certas empresas, que as pessoas exercem seus cargos desenvolvendo-se o bastante para merecer e galgar melhores posições em outros lugares. A empresa funciona, assim, como oficina de talentos, preparando jovens para servirem à sociedade com sua capacidade de trabalho.
Entretanto, é mais freqüente negligenciar-se o treinamento do pessoal de alguns escalões menores, como o dos operários da indústria e dos vendedores no comércio, por exemplo. Quanto aos funcionários admitidos por concurso, dos quais se exige formação básica e experiência, o aprendizado de suas funções dentro da empresa é um assunto da máxima importância, que pede normas sistemáticas.
Às vezes por não terem experiência em administração de pessoal, alguns chefes ignoram que se deve conquistar o respeito dos funcionários mediante uma conduta correta e amável, dando-lhes o bom exemplo, para conseguir melhor rendimento e simplificar a maneira de fazer as coisas. Orientar pacientemente a realização das tarefas é essencial. Requer habilidade para criar um ambiente profícuo, organizando uma “situação de trabalho” que seja atrativa e favorável a todo o grupo.
Quando eu fazia parte do Conselho Fiscal da Usiminas (1965-1970), perguntei ao seu Diretor Luiz Verano qual seria a razão de ser aquela siderúrgica mineira tão progressista, inovadora e bem sucedida. Ele me deu dois motivos. Disse:
“- Primeiro, temos uma “linha sucessória” permanente. O ocupante de cada cargo tem sempre um companheiro preparado para substituí-lo. Isso permite que nossos empregados possam evoluir, dentro ou fora da empresa, deixando suas posições sem nenhuma solução de continuidade. Segundo, talvez o mais importante: a mocidade! Ao renovar nossos quadros, sempre damos preferência aos moços, para que a empresa nunca envelheça”.
Eis aí um excelente programa de treinamento, que deveria ser adotado de modo geral, proporcionando, sem dúvida, enormes benefícios para todos, com reflexos positivos nos resultados econômicos e administrativos.
Uma empresa é, antes de tudo, um empreendimento de pessoas na busca organizada de seu objetivo comum. Dentre as suas responsabilidades sobressai a obrigação de proporcionar condições favoráveis para o progresso do grupo como um todo. O desejo de crescer e progredir é inerente à natureza humana; portanto é justo esperar que ele se realize através da atividade empresarial de que se participa.
O bom caminho para evoluir e realizar-se é, certamente, o trabalho. Como diz o livro de Jó, 5:7, “O homem nasce para o trabalho como a ave para o vôo”. Não há outro que se lhe compare.
As empresas devem proporcionar ao seu pessoal, de todos os níveis e funções, a oportunidade de realização profissional e individual. Ser como uma escola em que todos podem se formar para exercer suas profissões com competência, alegria e bons resultados.
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31/03/2011 - 08:55:33 - Obrigado, Doutor! [+] Exibir mensagem
De: 'João Serralvo

Mensagem:Ficar doente, caro leitor, faz parte da vida. Todos têm direito! A doença perturba, mas é inevitável. Ninguém escapa. Se você pensa que é saudável, é porque nunca foi examinado por um médico. Duvida? Então experimente. E aguarde as surpresas...
O corpo se desgasta com as dores, a irritação, o transtorno, a perda de tempo e a expectativa de gastos sem fim, e sua conta bancária se desgasta com os saques decorrentes! Doenças podem ser físicas ou mentais, reais e imaginárias. Se você tiver manias, fobias, paranóias, tiques ou tocs, vai despencar no custoso e lento sofá do psicólogo, ou do psiquiatra, ou psicanalista, todos querendo saber das suas intimidades.
Na Consulta se revela tudo, mas não se entende nada. O médico diz que não pode explicar um diagnóstico a quem não estudou química e biologia. Além de ter que concordar e ficar na ignorância, você topa com a carestia do tratamento, uma fortuna! Se ele recomendar hospitalização, providencie um financiamento, porque os desembolsos vão crescer!
Você tem alternativa: recorrer à Saúde Pública, mas corre o risco de esperar seis meses pelo atendimento, já com uma lancinante dor de ouvido. Pode fazer um plano de saúde, e daí só paga as mensalidades. Mas o poderoso Convênio vai lhe mostrar o seu lado forte: a Burocracia. Haja paciência para correr atrás de guias e exames, e ver o doutor sorrindo para os folgados consulentes “particulares”. Pra você cara fechada, fechada na cara. Se você faz consultas preventivas, a confusão se amplia e vira rotina. Pior pra você. Vai gastar com o mal que ainda não aconteceu.
Por que ficamos doentes? É uma boa pergunta. As respostas científicas são inúteis e obscuras. Você teria que se familiarizar com certas expressões assustadoras, tais como “pletismografia de oclusão venosa”, “trombocitopenia idiopática”, “bloqueio subaracnóideo”, etc. A nomenclatura médica é mais impenetrável que a dos economistas ou dos advogados. Mas as causas da doença, essas são as misteriosas “etiologias”, claras só para os iniciados. Melhor desistir.
Há explicações espirituais, como: “a doença é uma bênção”! Para você ou para o médico? Justificativa: você enferma para tomar consciência dos seus erros. Precisa se corrigir para sarar. Mas eles não ensinam como fazer isso e você leva toda a culpa. Os homeopatas não dizem, por exemplo, “você tem uma gastrite”. Eles dizem: “você produziu uma gastrite”. É mole?
E por que não saramos? Por que os tratamentos não dão certo? Ora, a culpa é sua de novo. Você não tomou os remédios, não fez os jejuns ou os exercícios, comeu ou bebeu demais, exagerou no sexo, não repousou o bastante. Não seguiu as recomendações. Porque médicos não erram, nunca são culpados. As instituições profissionais deles que o digam, e a Justiça também.
Os exames são indispensáveis. Os médicos modernos não são como os antigos, que diagnosticavam “de ouvido”. Agora eles querem um laudo para tudo. E metem você nos mais diversos aparelhos: elétricos, mecânicos, irradiantes, fotográficos. Aplicam injeções, contrastes, choques, fazem de você saco de pancada. Até as cirurgias dependem das máquinas. O antiquado bisturi foi descartado. Robôs fazem o trabalho sujo, e os médicos só apertam botões. O que nos revela que, na Medicina, só o que progrediu foi a Engenharia! Parabéns aos engenheiros.
As especialidades médicas se multiplicaram tanto que, hoje, existem urologistas que cuidam apenas do rim esquerdo, e outros só do direito. Como se sabe, os especialistas são profissionais que sabem cada vez mais sobre cada vez menos. As terapias acompanharam essa “evolução” e não param de desdobrar-se. É alopatia, homeopatia, fisioterapia, radioterapia, musicoterapia, laborterapia, quimioterapia, fitoterapia, trancoterapia, sacoterapia... Sem contar as opções de medicina alternativa, com tudo o que a imaginação pode conceber. E as curas espirituais para quem tem fé.
Se você é idoso, cuidado com os geriatras que decidem: “é melhor pôr vida nos seus anos do que anos na sua vida”... Eu prefiro ter as duas coisas! Afinal, já que a morte é certa, vamos cuidar de viver melhor. Até o último instante.
A doença pode trazer muito medo, mormente se for grave, se implicar cirurgia de grande porte. Nesse caso, a coragem não resolve. Porque ela acompanha o medo, mas não o anula. Você enfrenta corajosamente o perigo, mas ainda assim vai com medo. Entretanto, se você tem confiança no médico, no cirurgião, não precisa de coragem. Vai sem medo. Porque o contrário do medo não é a coragem. O contrário do medo é a fé!
Quando temos problemas de saúde, procuramos uma solução, se não queremos sofrer. Há inúmeros caminhos. Tem a farmácia, que dá remédio pra tudo. Mas isso é automedicação, é perigoso, evite. Tem o amigo que já passou por essa encrenca e saiu bem de tal e tal maneira. Não é a mesma coisa, fuja dele. Tem os palpiteiros, que sabem tudo, mas não assumem a responsabilidade. E tem os simplistas aconselhando: “isso não é nada”, “tome uma boa pinga”, “esqueça”, “vai passar”... Até na Internet você vai encontrar as referências mais atraentes. Mas não pesquise muito, pois o resultado será uma mistura de soluções contraditórias, todas elas “comprovadas cientificamente”.
O que fazer, então? Fique frio. Agüente calmo até chegar ao lugar certo: o Consultório. É isso ai. Apesar de todos os inconvenientes, da chateação, dos altos custos e do saco cheio, só o médico pode lhe dar a orientação correta, a medicação, o tratamento adequado. Não tem outro jeito!
Então, paciência e... Obrigado, doutor!
13/10/2010 - 20:39:12 - Loja de Decoração TRISKLE:descompromisso com clientes.... [+] Exibir mensagem
De: 'Maria Helena Michelini

Mensagem:Infelizmente o comércio de Valinhos precisa melhorar muito e deveria se esmerar por isso, pois,caso contrário ficaremos estagnados. Moro em Valinhos há 7 anos e muitas vezes que solicitei um orçamento ou mesmo um serviço com lojas e profissionais da cidade decepciono-me. A última foi com a loja de decoração Triskle onde há 1 mês atrás solicitei um orçamento de pátina para meus móveis, encaminhei fotos para orçamento como orientado, 10 dias depois sem resposta resolvi ligar e me disseram não ter recibido o email( minha caixa de mensagem notificava envio com sucesso), encaminhei novamente, ligaram imediatamente dizendo que encaminhariam o orçamento em breve,há 8 dias atras encaminhei novo email solicitando o orçamento, passei pessoalmente na loja...já faz 8 dias e nada..nenhuma resposta. Falta de profissionalismo, parece que estamos pedindo favores e não prestação de um serviço que será pago...
05/10/2010 - 01:56:05 - casas populares [+] Exibir mensagem
De: 'Cida

Mensagem:cade as casas populares para quem ganha até 4 salarios minimos,os imoveis em Valinhos estão caros de mais,o plano do governo minha casa minha vida,não passou aqui ,não consegui encontrar um imovel menos que 120 mil reais, que pena !!!! eu gostei muito de morar aqui....
04/10/2010 - 09:09:17 - fachadas de predios [+] Exibir mensagem
De: 'wilson

Mensagem:quando as autoridades tomarem providencia teremos uma cidade limpa e bonita ate isso acontecer teremos fachadas pixadas e ruas sujas de tanto lixo de politicos que nao fazem nada a nbnao ser que tenham mais dinheiro para embosar mas ate a populaçao tomar conta disso teremos muito mais sujeira para cidade

abraços
14/09/2010 - 09:37:33 - Cuidado com a 5 a Sec de Valinhos [+] Exibir mensagem
De: 'Marlise Bastos

Mensagem:Prezados, apenas um alerta.. deixei edredom para lavar na 5 a Sec de Valinhos (RUSSI) e perderam meu edredom. Aquela loja é uma bagunça e ninguém se responsabiliza por nada. O propríetário nem se manifestou. Fomos ao Procon que também não foi atendido por eles. Quando eu estava prestes a iniciar o processo para ressarcimento, passei na loja e vi meu edredom pelo lado de fora. Questionei e descobri que estava com identificação errada e já estava na loja há mais de 30 dias. Imaginem se é uma roupa peça especial, para um evento.. numca mais utilizo esta loja.. que decepção...
21/07/2010 - 20:18:14 - Lembrando os votos que faltaram a Maçaira. [+] Exibir mensagem
De: 'Horácio Marana

Mensagem:Valinhos terá três candidatos próprios nas próximas eleições: Henrique Conti (PV) e Dra. Adriana Di Nardo Silva (PMDB) concorrerão em âmbito estadual; o Dr. Moysés Abujadi (PTB) disputará uma cadeira na Câmara em Brasília.
Essas próximas eleições trazem na lembrança o ano de 1998, quando Valinhos teve um único candidato a deputado estadual, Adriano Maçaira. Mesmo sendo o único representante da cidade, ele não foi eleito porque lhe faltaram apenas 1.392 votos. Maçaira somou 27.868 votos em toda a região (dos quais 16.475 em Valinhos). Se a cidade tinha um único candidato, e um total de 53.570 eleitores, por que não elegeu Maçaira?
Resposta: pela dispersão dos votos, que foram distribuídos para muitos outros candidatos. Pois os chamados candidatos ‘de fora’ conseguiram na cidade 22.211 votos, bem mais que os 16.475 que Maçaira aqui obteve! Além disso, 5.451 eleitores votaram em branco e foram registrados 2.802 votos nulos. Só estes já teriam conduzido Maçaira à Assembléia Legislativa do Estado. Para não falar nas cerca de 5 mil abstenções.
Bepe Spadaccia sempre dizia que para Valinhos ter um deputado estadual seria necessário que todos os partidos se unissem em torno de um único nome. Em uma entrevista em 2002, disse que “essa união seria indispensável para evitar a votação em candidatos de fora, que se esquecem no dia seguinte dos votos aqui recebidos”. Ou no máximo ajudam a dar nome de rua ou estrada...
Porém, a fidelidade partidária tem sido proclamada acima da fidelidade à cidade. Assim, um político valinhense, filiado ao Partido A, tem apoiado um candidato do Partido A, mesmo que ele seja de Itapetininga, Sorocaba ou Birigui.... Na eleição que Maçaira perdeu com a bola batendo na trave, eleitores valinhenses também votaram para deputado estadual em Renato Simões, Márcio de Lima, José Carlos Tonin, Célia Leão, Carlos Sampaio, Jonas Donizete, Petterson Prado, Pedro Serafim e vários outros.
O que vai ocorrer em outubro deste ano, só mesmo tendo uma bola de cristal para antever. O que se vê no momento é que não teremos um candidato único. Deste modo, nossos candidatos terão que garimpar votos também em outras cidades, nelas transformando-se nos ‘de fora’ e tentando inverter a história.
Sejam quais forem os resultados, o certo é que a contagem final vai servir para medir o prestígio das centenas de candidatos a estadual em todo o Estado, tendo em vista as eleições para vereador e prefeito em 2012. Seria muito bom que um nome valinhense estivesse entre os 94 estaduais que os paulistas vão eleger em outubro. Seria um grande apoio para o próximo prefeito municipal de Valinhos, sem dúvida.
- Horácio Marana -
21/07/2010 - 20:16:06 - Quando teremos um deputado próprio? [+] Exibir mensagem
De: 'Horácio Marana

Mensagem:Desde que se tornou município em 1953, Valinhos nunca teve um deputado próprio, seja estadual ou federal. Vamos entender como deputado próprio aquele que reside na própria cidade e nela construiu sua história política. A maioria de nossos prefeitos dependeu quase sempre de seu prestígio pessoal para abrir portas de secretarias estaduais ou do gabinete do governador. Não tiveram intermediários, apoio.
Candidatos locais a deputado, tivemos vários, mas todos sofreram a concorrência dos candidatos ‘de fora’ que aqui garimpavam eleitores , tirando-lhes votos. Assim, essa concorrência prejudicou Jerônimo Alves Correa, José Pedro Said, Mauro Barbosa, Luis Bissoto, Adriano Maçaira, Marcos José da Silva e Lourival que foram candidatos.
Jerônimo Alves Correa, nosso primeiro prefeito (1955-57), e que teve um segundo mandato (1963-66) teve pequena colaboração do deputado campineiro Rui de Almeida Barbosa, mas nada que fosse além de meras apresentações. Vicente Marchiore (1967-69) nunca teve apoio de ninguém e teve, ele mesmo, que bater às portas do governador Abreu Sodré para construir o posto de saúde e o ginásio do Vera Cruz. Bepe Spadaccia, prefeito em 1958-61, esquentou cadeira na sala de espera do governador Carvalho Pinto para conseguir 500 mil cruzeiros para construir uma ponte sobre o Ribeirão Pinheiro.
Agora teremos nas próximas eleições de outubro três candidatos locais: Henrique Conti (PV) e dra. Adriana Di Nardo Silva (PMDB) concorrerão ao cargo de deputado estadual. No Estado de São Paulo serão eleitos 94 deputados estaduais. Para deputado federal, concorre o Dr. Moysés Abujadi. A Câmara dos Deputados em Brasília terá 513 membros (70 cadeiras reservadas aos paulistas, de acordo com o número de habitantes do Estado).
Um deputado estadual, com mandato de quatro anos e direito à reeleição quantas vezes quiser, pode propor, emendar, alterar, revogar e anular leis estaduais, analisar e fiscalizar as contas do governador e preparar emendas parlamentares para destinar verbas ao município que pretende ajudar. É claro que um deputado eleito por Valinhos irá destinar com prioridade verbas para Valinhos. Para se ter uma idéia: um deputado federal pode apresentar emendas parlamentares individuais de até R$ 10 milhões por ano! É um mar de dinheiro para realizar obras e mais obras.
Ao longo da história temos perdido a chance de ter deputados próprios, seja no âmbito estadual ou federal. Agora, para outubro, fica a expectativa: para quem nossos cerca de 80 mil eleitores vão encaminhar seus votos?
- Horácio Marana -
28/05/2010 - 22:38:22 - \"CONFISSÕES ÍNTIMAS\", de Roldan-Roldan [+] Exibir mensagem
De: 'João Serralvo

Mensagem:\"CONFISSÕES ÍNTIMAS\" de Roldan-Roldan
João Serralvo
É imperdível o último livro do escritor R. Roldan-Roldan, disponível na Internet em www.davidhaize.wordpress.com, intitulado \"E-mails - Confissões de uma Socialite\". (Caso não abra, digite http://davidhaize.wordpress.com).
Trata-se de uma emocionante revelação da intimidade entre duas mulheres. Ainda não foi publicado, mas o leitor já pode acessar, sem nenhum custo, no endereço eletrônico do autor e desvendar o drama de Anna e Dhalia, através da sua correspondência particular posterior a acontecimentos trágicos e comoventes em suas vidas. A troca de mensagens é muito rica do ponto de vista humano. É como um espelho para muitas mulheres que certamente se identificarão com alguns aspectos do que elas narram, e que não excluem um conteúdo erótico.
Apesar do sexo estar presente nos depoimentos da personagem que conduz a narrativa, ele sempre se justifica, pois faz parte do tema do livro. São duas amigas maduras e inteligentes, as quais se defrontaram com a morte, e reavaliaram o passado por meio de confissões tão íntimas que as levaram a inverter os seus papéis de comportamento. A personagem Anna utiliza o sexo como forma inconsciente de recusar a morte.
Roldan-Roldan é escritor brasileiro, embora nascido na Espanha e criado no Marrocos.Sua linguagem é clara e simples, como convém ao tema do livro, mas é primorosa e de uma tremenda força de expressão no melhor do nosso idioma. É sua 23ª obra literária e a primeira publicada na Internet. Hoje, Roldan está radicado em Campinas e pode ser contatado pelo endereço davidhaize@ig.com.br para orientação ou aquisição de suas obras. Não tive a ventura de conhecer todas elas, o que seria um orgulho meu, mas minha preferida é a peça \"As papoulas de Constantinopla\", publicada pela Editora Komedi de Campinas em 2005, onde o autor deixa claro e indiscutível seu conceito de que \"A dignidade é mais importante que a vida\".
Comece a leitura das \"Confissões Íntimas\" com bastante tempo livre, pois será difícil parar de ler. Vai fazer você pensar, pensar, pensar...
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(Valinhos, 28/5/2010)
24/05/2010 - 15:43:05 - Descasos com as fachadas [+] Exibir mensagem
De: 'Orlando Nicolosi

Mensagem:Tenho andando muito pela cidade, em função do meu trabalho. Vejo lojas boas e interessantes com a \"fachada\",abandonada, suja.
Lembro a essas lojas (proprietários)que a primeira impressão é a que fica. Para quem não entrou nessas lojas ainda, dificilmente vai entrar porque não causam boa impressão.
Recomendo darem uma arrumadinha na aparência porque é assim que as coisas funcionam.
04/05/2010 - 19:21:29 - limpeza de fachada de predios [+] Exibir mensagem
De: 'francisco

Mensagem:gostaria de localizar o senhor gregorio que tinha ou tem uma empresa de limpeza de fachada de predios em valinhos. meu telefone é (19) 91158032
12/03/2010 - 08:38:31 - Sobrecarga de trabalho [+] Exibir mensagem
De: 'João Serralvo

Mensagem:A agitação é uma das maiores chagas do mundo moderno. O homem tem coisas demais a fazer e as desejaria fazer todas. E como não tem tempo de fazê-las, corre, apressa-se, enerva-se, cai na superexcitação ou na depressão, e, no fim das contas torna-se intolerável, esgota-se, abrevia sua vida, e acaba não fazendo o que queria, e fazendo pela metade o que precisa.

É necessário remediar esse fracasso. Um pouco de autodomínio, de organização, e um olhar de fé sobre a vida, podem consegui-lo.

(M. Quoist, “Construir o homem e o mundo”1960)
07/02/2010 - 14:56:30 - MINHA OPINIÃO SOBRE VALINHOS [+] Exibir mensagem
De: 'FERNANDO LUIZ HAMANN

Mensagem:Cheguei na Cidade com minha família à 20 dias. Estamos morando no Bairro Vila Moletta. Um ótimo local, tranquilo e seguro. Eu trabalho em Campinas. Fui transferido de Curitiba-PR. Antes morava em Blumenau-SC
Sugestões para que Valnhos seja ainda melhor:
1)- Mais vida noturna - Tenho uma filha de 18 anos e não achamos nada para ela. Tewrá que ir à Campinas e por enquanto é muito cedo.
2)- Arquitetura da Cidade - Ainda que os prédios sejam antigos, entendo que os lojistas poderiam ser mais criativos nas fachadas das Lojas. Mais moderno.
3)- Fiquei surpreso ao ver que a "àrea azul" ou amarelinha, é vendida por qualquer pessoa. Eu fui atendido em frente aoBradesco por um cidadão maltrapilho e bêbado. Sugiro que sejam funcionários da Prefeitura, devidamente uniformizados.
4)- Parques e Ruas - Poderíamos melhorar nesse aspecto, com a limpeza sistemâtica e criatividade, de forma que os parques, ruas e praças estejam adequados à utilização dos cidadãos. O mato cresce e a decoração é tímida.

Por fim quero dizer que tenho o conceito de que a melhor cidade do mundo é a que moramos. Por isso me sinto à vontade para sugerir melhorias. Adorei a Cidade e quero que ela se desenvolva positivamente.

Fernando Luiz Hamann
19 - 9381 7988
06/02/10
30/12/2009 - 10:47:27 - Hipnose publicitária [+] Exibir mensagem
De: 'João Serralvo

Mensagem:O objetivo da hipnose na mídia é pouco claro para os consumidores, mas sua intenção é determinada, resoluta, e muito eficaz: é bloquear a capacidade de decisão das pessoas! Do ponto de vista político-comercial, é um propósito muito conveniente. Se você consegue anular o discernimento de alguém, basta ordenar para ele: “vote”, “compre”, “pague”, e ele fará o que você manda. Esse é o fundamento de qualquer tipo de hipnotismo, que pode ser pessoal, coletivo, consentido pelo paciente ou provocado sem o seu conhecimento. Sempre funciona! Pode ser induzido por um comando psicológico oral ou telepático, ou com o uso de drogas, passes e outros modos; a publicidade é um deles, dos mais sofisticados.
As pessoas têm uma necessidade irreprimível de ação, e quando ficam indecisas, hesitantes, paralisam-se e não sabem o que fazer. Por isso cumprem a primeira ordem recebida, como se fosse de sua própria vontade. O hipnotizador manda: “você não tem vontade própria”; ele acredita e obedece. O hipnotizador manda: “faça”, e ele faz. Cumpre a ordem como se fosse seu próprio desejo. Cumpre como uma missão. Cumpre e fica feliz! A hipnose sempre vence.
Como a publicidade faz isso? Como se aproveita?
Em primeiro lugar, emprega-se a música pop. Qualquer estilo tem sua temporada, satisfaz e cansa o gosto popular. Então se oferece uma novidade. A música atual, moderna, essencialmente rítmica, tem base numa percussão repetitiva e monótona, que induz à obediência. Repare que, ao dançar, as pessoas balançam a cabeça como que dizendo “sim”, “sim”, “sim”, “sim”... O condicionamento coletivo é completo, todos gostam, todos são iguais, todos aprovam. Não há chance de discernir ou analisar a música em si quando a motivação geral prevalece no efeito-demonstração. Sair do gosto geral é isolar-se, perder o contato, perder-se dos demais! Então, “sim”, “sim”...
Artistas, compositores e apresentadores são convocados, atraídos e gratificados pelo sucesso. As gravadoras investem, produzem, vendem, lucram. A mídia divulga. Os fãs viram mercado consumidor. O quadro hipnótico está completo. Como numa conspiração inconsciente, a norma é aderir, fazer parte, ser igual, não destoar do modelo, porque fica feio, envergonha! E ninguém deseja ser rejeitado, considerado “esquisito”, fora do contexto. O legal é estar “ligado”. Então, “sim”, “sim”, “sim”...
Com a hipnose geral instalada, é a vez de dar as ordens! A fala do hipnotizador vem sob a forma de anúncios comerciais, de preferência. Ou qualquer forma de mensagem autoritária, que deva ser calcada na mente passiva do indivíduo pronto para acreditar e obedecer. Serve para a política, os negócios, as vendas, a conduta, e tudo quanto se quer que seja feito sem a participação crítica do autor, mas só com sua ação obediente.
O grande poder dos anúncios está nos imperativos. Nenhum bom publicitário vai dizer: “Este aparelho faz café”. Não! É claro que ele vai dizer: “Faça café com este aparelho”. A linguagem imperativa é tão potente que não pode ser desperdiçada, nem mesmo na propaganda meramente informativa. O político não diz: “Este é o meu programa de governo...”. Ele diz: “Vote no meu programa...” O imperativo categórico encontra o maior apoio na forma de apresentação do anúncio. Nos intervalos dos programas, o impacto explode na cara do telespectador de repente, antes que ele tenha tempo de mudar o canal ou desviar a atenção. O volume aumenta. O ritmo se acelera. A gritaria ensurdecedora não permite raciocinar, apreciar, avaliar. Só aceitar, só concordar. O apresentador do programa sabe que aquele momento é crucial, e antes de adiantar o “próximo segmento” ele ordena: “não saia daí”...
A imposição embutida no anúncio tem um requintado repertório de reforços: o movimento de câmara, o abuso das cores, os saltos da imagem em profundidade e altura, e o som, o manejo experto do som, que é o principal componente do tranco. Sem som a televisão não é nada!
O efeito visual também contribui decisivamente para subjugar o consumidor. Produtos são filmados com arte pelos melhores fotógrafos, nas condições de uso mais agradáveis, e apresentados pelos ídolos mais queridos do público. Tudo para tornar o anúncio indiscutível, impedindo a crítica!
Com tudo isso, o sujeito se rende e aceita, vota, compra, paga... Ele não pode ser diferente, deve estar inserido no contexto, e o seu comportamento tem que lhe parecer admirado pelos demais. A vaidade de cada um compõe o quadro geral de que o anunciante se aproveita.
Acostumado ao logro imposto pela televisão, o leitor de jornal, de revista e de outros veículos impressos, obedece também aos comandos e engodos estampados nas belas páginas cheias de cores, com uma diagramação inteligente e moderna, que absorve a atenção do leitor e a conduz ao objetivo do anúncio: vender, doutrinar, dominar, bloquear a decisão.
O esnobismo adorna tudo com termos técnicos ou estrangeiros. Os prédios têm nomes ingleses: Beach Park, Bluesky, My Forest, Golden Square. São cheios de atrativos como Playgroud, Street ball, Fitness center, Child care, Garageband, Beautycenter, Acqua, Nature, Shit box. O comprador não sabe o que são, mas os considera um refinamento. O esnobismo barato faz com que ele se sinta inferiorizado se comprar alguma coisa que não tenha os tais enfeites que a do seu vizinho tem.
Pergunto: você gosta disso? Aceita humildemente essa pressão sobre sua autonomia, essa injunção dominadora que pretende tomar as rédeas de sua vida, mandar nos seus desejos, controlar suas atividades?
Claro que não! A menos que prefira a comodidade de estar sempre de acordo e por baixo, vencido pelos intentos de quem só quer sobrepor-se à sua vontade e fazer de você um objeto acomodado de manobras interesseiras. Um bobo!
Portanto, se você não é desse tipo de idiota, faça o seguinte: (a) considere as influências externas como simples tentativas, não obrigatórias, que você pode dispensar; (b) não se deixe surpreender pelos arautos do poder publicitário, mantendo-se atento à sua aproximação insidiosa; (c) diante das sugestões da propaganda, veja se lhe interessam, se lhe são úteis, ou se você é que está lhes sendo útil; (d) pergunte-se quanto custa e se é bom para você; (e) examine se há alternativa vantajosa para obter o mesmo resultado; (f) caia fora, não se entregue, não deixe que decidam por você.
Há outra maneira mais fácil de escapar da escravidão dos anúncios: mude o canal da televisão, ou vire a página do jornal. E fique tranqüilo. Faça de vez em quando um jejum de publicidade.
Pois é você quem deve comandar sua própria vida!
17/12/2009 - 09:47:19 - O clima em Copenhague [+] Exibir mensagem
De: 'João Serralvo

Mensagem:Tem sido dito que: “O mundo que vamos deixar para os nossos filhos depende dos filhos que vamos deixar para este mundo”. É verdade! Filhos aos quais nossas gerações atuais não conseguiram dar condições de vida decentes e corretas, do ponto de vista da natureza, da educação, do ensino, da cidadania, da religião, dos direitos humanos. E são justamente eles, esses jovens abandonados à sua própria sorte, os únicos que poderão nos socorrer, fazer alguma coisa para salvar a civilização de um colapso decorrente de nossa incompetência de viver.
Somos culpados, sim! Inventamos tecnologias avançadas, descobrimos segredos do universo, construímos máquinas e processos incríveis para executar trabalhos, transportes, comunicação e negócios. Até na arte e na filosofia houve melhoramentos. Na vida prática, não podemos negar, houve progresso.
Ao fazer tudo isso, entretanto, nós desequilibramos a vida no planeta, degradamos a natureza, sacrificamos as classes mais pobres da população do mundo, que agora padecem de miséria e fome. Não fizemos nenhum progresso na política: as nações ainda se armam, a guerra prevalece como solução dos problemas internacionais e a diplomacia fracassa.
Cientistas interpretaram as manifestações da natureza, avisaram, deram o alarme a tempo, mas foram ignorados. O egoísmo, a ganância, a corrupção e a arbitrariedade guiaram os atos humanos. Foi preciso que as intempéries e os efeitos do aquecimento se tornassem insuportáveis, sem distinções nem privilégios, para que os homens se apercebessem da fria realidade. E passamos a tratar do assunto como “mudanças climáticas”, um eufemismo para o qual fizemos convergir todos os elementos da nossa falta de consenso político e da nossa negligência secular. A queima de combustíveis fósseis para transporte e energia, as emissões de gases tóxicos, a poluição, o desmatamento, a extinção das espécies, são fatores que trouxeram a ruptura dos padrões de chuva e seca, e a elevação do mar.
Estamos vendo, todos os dias, como a coisa está feia no território do nosso querido Brasil!
Já houve algumas tentativas fracassadas de encontrar um caminho verde para nós, um futuro sustentável, superando o impasse de não fazer nada sobre o clima. Como o protocolo de Kyoto, de 1997, que poderia ter sido uma orientação razoável. Mas não foi levado a sério, e só agora, que entramos na contagem regressiva para o fim do mundo, começou essa correria maluca para Copenhague, que arrastou pra lá chefes de estado, diplomatas, políticos, ativistas, cientistas, empresários, jornalistas! Uma assembléia aonde serão disputados os objetivos particulares de cada um, mas sem nenhuma meta global que represente soluções viáveis. São trinta e cinco mil representantes de 193 países, a tentar acordos internacionais que estabeleçam limites para as ganâncias de uns e outros, todos querendo prevalecer e ficar fora das suas responsabilidades. Não há clima de acordo para o Acordo do Clima!
Não se fala em tomar atitudes que contenham os excessos, dos quais decorre a situação caótica do clima. Prevalece o vício de resolver tudo com dinheiro. É incrível! A ONU quer criar um irrisório fundo financeiro de US$10 bilhões, que vem sendo chamado de Fundo Climático, a capitalizar-se em 10 anos. Se houvesse tempo para isso, claro! 10 anos é uma eternidade!
A intenção seria ajudar os países pobres a fazer sua transição para uma economia mais limpa, adaptando-se à natureza cada vez mais quente. E aos países ricos, o que compete? Pagar a conta? O que eles querem é poder continuar poluindo, desfrutando comodamente das suas confortáveis condições de vida. Certamente o fundo não vai sair. Não é muito dinheiro, mas não se pretende gastar tanto. Esquecem que já gastaram mais do que isso para socorrer os caloteiros da Crise sem-vergonha, em apenas um ano!
Cadê o juízo, cadê o bom senso, a justa medida?
Nenhuma reunião com essa imundície de gente pode chegar a um acordo. Quando muito, poderá sair uma singela carta de intenções, que provavelmente ficará só nas intenções... Até que, um dia, a ameaça iminente da morte desencadeie uma enxurrada de improvisações individuais, naquele clima tão humano do “cada um pra si” ou do “salve-se quem puder”.
É pessimismo? Sim, é pessimismo, e o que mais poderia ser? Pois um pessimista é um otimista com uma informação a mais.
Pouco importa. Para os adultos da minha geração, realmente pouco importa! Ainda que Copenhague produzisse decisões corretas, a tempo e a sério, e que elas fossem cumpridas rigorosamente por todos, produzindo o melhor dos resultados, o benefício não seria para o nosso tempo. Estaríamos mortos. Não temos mais idade para esperanças! Quem sabe se não é por isso que nunca fizemos nada. E é por isso mesmo que precisamos acreditar nos jovens e na sua positividade.
Para evitar o fim do mundo... deles!
11/12/2009 - 09:41:29 - Carta de moto [+] Exibir mensagem
De: 'João Serralvo

Mensagem:Lá pela década de 50, na pequena cidade de Lençóis Paulista, éramos apenas três motociclistas. Irineu, Yves e João. A moto era instrumento de trabalho, transporte, diversão, paixão e aventura. E um pouco de loucura. Durante a semana, a maior utilidade. No final de semana, não se perdia nenhum baile na roça nem as pescarias em lugares inacessíveis aos outros, coitados! Só os cavaleiros podiam nos acompanhar, mas seus animais requeriam cuidados que os nossos veículos dispensavam.
Não há caminho impossível para motos. Passam ligeiras e seguras aonde os automóveis não se atrevem. Deslizam pelas trilhas mais estreitas, fazem as curvas mais fechadas, e não recuam de nenhum obstáculo por mais estranho que seja. Ao contrário, o bom piloto os procura, enfrenta e vence, apenas pelo prazer de superá-los. Não há desafio que se recuse.
Naquele tempo só as estradas mais importantes eram asfaltadas. Era só terra batida, areião, buracos, lama e barro. Uma delícia! Carros e caminhões colocavam correntes nos pneus, rodavam devagar, pé ante pé, como pisando em ovos. A tecnologia da época não podia suavizar o rolamento na estrada, mesmo com as melhores molas e amortecedores. Só as motos bem pilotadas passavam alegremente pelas pistas difíceis, sem atropelos.
Naquele tempo não se usavam capacetes, botas, luvas e outros apetrechos de proteção. Não havia nada disso. Não era necessário. Nossos riscos eram poucos. Bastavam a cara e a coragem. O grande desafio era entrar no Globo da Morte, quando aparecia algum circo na cidade, o que nunca nos permitiram. Atualmente o Globo da Morte está superado pelas acrobacias dos pilotos que fazem do motociclismo um esporte arrojado e perigoso, com lances emocionantes, incríveis e admiráveis. O que representa uma frustração para os mais antigos, como eu.
A tecnologia avançou e dotou os automóveis de segurança e conforto. Hoje você dirige sem fazer quase nada, ouvindo música, falando ao celular, conversando com os passageiros, na maior moleza. Mas o trânsito piorou. Não anda! Os congestionamentos são imensos. Problema só para carros, não para motos. Estas não se prendem por nada. Costuram entre os veículos maiores, aproveitam os mínimos espaços, desafogam o movimento das ruas.
Carro tem conforto, tem facilidades, mas é irritante. Virou fonte de problemas, discussões, brigas e até crime. Moto é agilidade, eficiência e cortesia. Motociclistas não precisam de música ambiente, ar condicionado, dispensam essas frescuras e ganham preparo físico. Motoristas se isolam com vidros escuros, carros à prova de bala, morrendo de medo. Quando se comunicam é para reclamar e discutir. Motociclistas avançam de peito aberto, vento na cara, sem embaraços. Quando se encontram fazem amizade, andam juntos, formam grupos e se apóiam mutuamente. Carros produzem arrogância e conflitos. Motos promovem camaradagem e alegria de viver. Carros disputam espaço. Motos se movimentam com liberdade. Viaje de carro, se gostar. Mas se você quer chegar com certeza, vá em duas rodas. Não tem comparação!
No carro, é a tecnologia que manda. Ela dirige, você obedece e baixa a cabeça. Na moto, é você que manda na máquina. No carro, suas ações se restringem aos recursos mecânicos e eletrônicos do veículo. Você é apenas um agente. Na moto, você é um ser humano decidindo por si mesmo.
Há regras demais hoje em dia. A burocracia não poupou as motos. O piloto agora tem mil obrigações, paga impostos, recebe multas, anda cheio de acessórios pendurados no corpo. A tecnologia das motocicletas evoluiu, acrescentou-se, mas não dispensou a habilidade do condutor que, ao contrário, se aprimorou. Pois é isso que tem graça!
No meu tempo, comprávamos a moto e saíamos dirigindo. Não havia nenhuma exigência. Éramos livres e autônomos. Mas certa vez apareceu na cidade um chato fardado que nos pediu carteira de habilitação. Não tínhamos. Nunca havíamos pensado nisso. Então fomos intimados a ir a Bauru, prestar exame e habilitar-nos. Como se já não tivéssemos habilidade...
No dia e local marcados o examinador, tenente Marcelo, mandou que fizéssemos um “oito” com a moto em torno de duas balizas. “Só isso?”, pensamos. Moleza! Olhamos uns para os outros e preparamos as motos. Tinha que ser um por um. Um de cada vez. Eu fui o primeiro chamado. Cuidadosamente, executei a prova, terminei e encostei, bem comportado.
Em seguida foi o Yves. Estava bravo porque nos fizeram viajar até Bauru para tão pouco. Engrenou a moto e disparou por entre as balizas. A moto roncando, fez o oito em alta velocidade e parou na cara do tenente, cabeça erguida, olhando bem nos olhos dele. Este aceitou o exercício, desprezou a arrogância do Yves e, muito calmo, chamou o próximo.
Era o Irineu, que estava ali, tramando e observando tudo. Ele decidiu inovar. Montou na moto ao contrário, e fez o oito de costas. O tenente não gostou, mas resolveu dar-lhe outra chance. Então o Irineu montou de frente, posição normal, disparou e fez o oito rapidamente, parando na frente do examinador com a cabeça erguida e... os olhos fechados! Foi como ele fez o teste. Pensei “agora ele nos reprova só de raiva”. Errei.
O tenente pegou a minha moto, ligou, disparou e fez um “oitenta e oito” (dois oitos) só na base da derrapagem, em segundos! Vi a minha moto em cacos, mas foi só o susto. O homem parou exatamente no local onde a pegou, sem nenhum arranhão. Mostrou mais habilidade do que nós.
Passado o sobressalto, conversamos, relaxamos e rimos muito. Fomos todos aprovados e recebemos a habilitação. A carta de moto foi para mim, por mais de meio século, uma preciosa relíquia para guardar... na caixa de ferramentas.
Recentemente, ao renovar a minha CNH, precisei desistir da autorização para pilotar motos, pois me consideraram velho, sem condições físicas. E agora meu prazer está em ver e admirar os jovens motoqueiros com suas máquinas fantásticas roncando nas ruas, nas estradas e nas pistas.
E quando passo por eles em meu carro, recordo as alegrias do meu tempo, dou adeus e... fico pra trás!
26/11/2009 - 10:49:18 - Calamidades [+] Exibir mensagem
De: 'João Serralvo

Mensagem:
Desgraça pouca é bobagem. É como se diz no Nordeste. Nunca vem uma só. Pergunto: qual é a pior? Temos várias opções. Terremotos, ventanias, enchentes, incêndios, guerras, políticos, governos, corrupção, falta de grana, imposto de renda, terrorismo, quedas de raios, vírus no computador, sapato apertado, drogas, dívidas, desemprego, sogras, mudanças, dietas, inflação! Será que algum dos nossos males urbanos supera tudo isso? Claro que sim! Você duvida? Então veja um exemplo:
No meio da noite, de repente, você topa com um sujeito armado, na sua frente, e ele grita o anúncio: “-É um assalto!” Pode haver alguma coisa pior do que isso? Um assaltante! Na sua cara! Quer dinheiro, celular, relógio, documentos, cheques, sua moto ou seu carro, e às vezes quer até você mesmo, para acompanhá-lo aos Caixas Eletrônicos. Ou pode seqüestrá-lo para pedir resgate. É terrível quando o facínora entra na sua casa, seu território, seu lugar de descanso, talvez de trabalho, seu canto seguro e tranqüilo. Pergunto de novo: há alguma coisa pior do que tudo isso? Ou transtorno maior?
Respondo: Claro que sim. Muito pior! Existe o barulhento. Ele é pior do que o bandido assaltante, que invade o nosso espaço físico, pois a este podemos reagir. Podemos impedi-lo ou processa-lo. Podemos brigar com ele, e até matá-lo. Já o barulhento invade o nosso espaço acústico com o seu lixo sonoro, sem se apresentar, e nada podemos fazer. Esconde-se covardemente atrás dos decibéis de seus aparelhos de som, com aquele exagero de volume que Freud explica...
Eu prefiro um assaltante.
A Lei do Silêncio já não se cumpre mais. A Prefeitura expede alvarás para o funcionamento de festas e comemorações escandalosas, sem limite de horário. A Polícia não atende às reclamações dos incomodados. Um policial me disse: “-Se a festa é de algum bacana, a gente perde o emprego”. Vamos agüentando a agressão aos nossos ouvidos, até à surdez ou até ficarmos doentes dos nervos. E haja festas, carros e motos detonando seus escapamentos, lojas de som, carros de som, construções, britadeiras. Engraçadinhos e Fanáticos desejando exibir-se para disfarçar a sua inferioridade psicológica. É o caos! É o caos!
Os jovens costumam exagerar nas suas manifestações ruidosas. Compreende-se perfeitamente a euforia dos adolescentes que expressam sua vitalidade sadia com grande disposição. É verdade que nem mesmo as religiões proíbem a diversão, pois a alegria é um dom de Deus. Mas a alegria não pode descambar para a algazarra, o vandalismo e a violência, como já se tem visto. Podemos ser compreensivos, mas devemos evitar a permissividade, que é uma forma de abandono. Deve-se exigir o cumprimento das leis de convivência, se não a rigor, pelo menos com seriedade e respeito. É possível que o barulhento proceda, algumas vezes, inocentemente. Mas nem por isso é menos reprovável. Falta-lhe educação
Se você vai morar num condomínio, prepare seu coração para as coisas que vai ouvir e tolerar. Abusos na área de lazer, cachorros latindo, instrumentos musicais, crianças manhosas, cornetas, baterias, fogos de artifício, palavrões, insultos, irreverências, imoralidades, descumprimento das regras, dos estatutos, das convenções. Algumas casas e apartamentos promovem festas barulhentas que se prolongam pela madrugada, sem a menor consideração pelos direitos dos moradores ao descanso e ao silêncio. Mormente quando os convidados já se abasteceram copiosamente de bebidas alcoólicas ou, quem sabe, de drogas estimulantes. Não adianta pedir a intervenção do síndico. Ele não vai admoestar ou advertir ou multar o seu vizinho ou seu amigo. É um constrangimento que ele procura evitar, em nome da boa vizinhança. Viver e conviver! Chamar a Polícia, nem pensar. Você teria que fazer um boletim de ocorrência, contratar um advogado, entrar com uma ação, conseguir um mandado, e só então a Polícia movimentaria uma viatura, timidamente, para conversar com seus infratores bêbados. Enquanto isso, você vai se irritando e perdendo o sono. A burocracia funciona a favor da delinqüência. Como sempre.
A Lei do Silêncio precisa ser substituída pela Lei do Silêncio Absoluto, em que: as buzinas são proibidas; cantar pneu dá cadeia; aparelho de som muito alto é confiscado na hora; televisão só imagem e fones de ouvido; instrumento musical só no conservatório; festas só no bufê; carros e motos só com silenciadores. E tudo o que um morador pode ouvir da residência de outro, ou de fora, é agressão dolosa. Com prisão imediata, sem fiança, sem hábeas corpus, sem recursos. Na reincidência, prisão perpétua.
Quando o silêncio for absoluto, a corrupção e a violência urbana já terão desaparecido por completo. Como na Suíça. Porém o melhor dispositivo da Lei do Silêncio Absoluto é que matar um barulhento considera-se legítima defesa!
Só então vamos viver e dormir sossegados!
12/11/2009 - 09:41:06 - Natureza humana [+] Exibir mensagem
De: 'João Serralvo

Mensagem:
Parece que ninguém ousa discutir a idéia de que o corpo humano é perfeito! No entanto, penso que poderíamos aperfeiçoá-lo, tomando por base algumas invenções dos homens.
Por exemplo: colocar no nosso corpo um fusível. Como fazemos em todos os circuitos elétricos que construímos, o que lhes dá segurança contra eventuais sobrecargas de força. O fusível se queima, nós trocamos com facilidade, e tudo volta ao normal. Em nosso corpo ele seria um excelente recurso contra o estresse, evitando possíveis complicações da saúde. Haveria reclamações dos psicólogos e dos médicos, que seriam substituídos pelos eletricistas. Mas seria até mais econômico. Melhor relação custo/benefício.
Vejam as nossas caldeiras: todas são dotadas de uma válvula para descarregar o excesso de pressão. E as caixas-d’água têm um “ladrão”, uma saída secundária que impede o acúmulo excessivo de líquido e evita prováveis vazamentos! Elas também têm uma bóia, que impede excessos na alimentação. Imaginem só como seria se tivéssemos dispositivos como esses! Serviriam para controlar a alta da pressão arterial, e ainda nos permitiriam comer e beber copiosamente, sem empanturrar o estômago! Se alguém quiser inventá-los, aposto que os restaurantes patrocinarão as pesquisas.
Igualmente, poderíamos nascer com um kit de órgãos para reposição, para os casos de disfunções físicas ou mentais, doenças, fraqueza, impotência ou frigidez.
E não é só isso. Nossos circuitos elétricos têm sempre uma chave que liga e desliga conforme a conveniência. Mas nós somos desprovidos desse benefício. Estamos em funcionamento contínuo. O sono é insuficiente para um descanso completo. O ideal seria que pudéssemos morrer temporariamente, voltando à vida quando fosse mais cômodo. Desaparecer por alguns anos, até que o governo fosse substituído por outro mais conveniente! Ou até os delitos prescreverem. Sem riscos e nenhuma perda. Em caso de desemprego ou inflação galopante, crise ou recessão, uma parte da população seria colocada em “suspensão temporária”, até as coisas melhorarem. Sem congelamento, sem manutenção, só pelo exercício da vontade.
As possibilidades são incontáveis. Nada de prisões, por exemplo. Os condenados seriam desligados pelo tempo de sua pena. Os doentes pelo tempo necessário para suas curas, especialmente quando elas ainda fossem desconhecidas. Sem tratamentos caros ou dolorosos. A medicina seria simplificada. Os hospitais seriam desnecessários, e também os manicômios. A chave Liga-Desliga é, de fato, uma sacada muito inteligente do gênio humano. Principalmente se ela tiver um temporizador automático. Pois nós carecemos desse aparelhamento... É justo?
Melhor ainda é a descoberta humana do Prazo de Validade! Não temos como saber quando será o nosso fim, nem quando ele vai chegar, pois é incerto e aleatório. A vida humana deveria ter prazo fixo. Digamos uns cem anos. Ninguém poderia reclamar, pois está acima da média geral. Todos morreriam ao completar o centenário. Até lá, nada de doenças, provações, dificuldades. Só alegria. É claro que essa medida básica consideraria os tempos em que passássemos desligados temporariamente. Como fazemos nós no futebol, por exemplo, com o tempo de jogo interrompido. Seriam cem anos líquidos. Sem descontos e nenhum acréscimo. Sem exceções ou privilégios. No dia previsto para o desligamento final, faríamos uma grande festa com amigos alegres e sinceros, um churrasco, e nos despediríamos de todos com aquela honrosa sensação do dever cumprido!
Vocês podem achar que estou fantasiando, que seria um absurdo organizar a natureza desse jeito. Mas olhem para vocês mesmos. Cheios de problemas, falta de grana, amores contrariados, políticos corruptos, jovens impacientes, adultos insatisfeitos, velhos doentes, todos querendo uma solução sem custo adicional, quase impossível! Pois a chave Liga-Desliga resolveria tudo isso. Definitivamente.
Talvez não seja fantasia. Pode ser um projeto humano perfeitamente viável. Para tanto precisamos de cientistas e estudiosos, que se dediquem a pesquisar esse tema com determinação. Engenheiros, médicos, artistas. Necessitamos também de financiamento para o projeto, o que deve caber aos governos. Além disso, temos que encontrar voluntários, cobaias para as experiências, que desejem prestar esse relevante serviço à Ciência e à Sociedade.
Caro leitor, você quer se oferecer, para colaborar?
A Humanidade agradece.
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25/10/2009 - 18:01:40 - O barato mais caro [+] Exibir mensagem
De: 'João Serralvo

Mensagem:Formação de preços é um assunto para profissionais de Economia, que ralam nos estudos de econometria, mercadologia, e uma infinidade de variáveis para uma função cuja variável dependente se traduz por uma única pergunta: “Quanto vale?”. Pois tem ainda o ingrediente psicológico. Você deve estar cansado de ver aqueles anúncios em que todos os preços têm o final “nove e noventa”. Insistentes e irritantes, principalmente na televisão. É assim que funciona: Digamos, por exemplo, que o produto pode ser vendido por R$450,00 com o lucro normal. Agora veja: se você anuncia por R$430,00 ou R$420,00, ou mesmo pelos R$450,00, parece caro, porque ultrapassa o valor “redondo” de R$400,00. Mas se você anuncia por R$459,90, parece barato, pois é menor do que o seguinte valor “redondo” de R$500,00. Daí sai uma regra geral, que vem sendo adotada no comércio: “aumentar nove e noventa torna o preço mais barato”. Então, vamos pechinchar!
22/10/2009 - 10:51:28 - Fazendo "recall" [+] Exibir mensagem
De: 'João Serralvo

Mensagem:
Se você comprou um carro novo nos últimos anos, pode ter sido convocado pela empresa montadora para alguma substituição de componente, por meio de um dos freqüentes chamados de “recall”. Qual foi o seu caso? Tente se lembrar: Você teve o dedo machucado ao rebater o banco traseiro? Ou foi para substituir uma lanterna de um modelo recente? Problema com os freios? Barra de direção? Atualmente a Nissan e a Volkswagem estão fazendo nova chamada, e esta última até reconhece que deixou de aferir a qualidade de alguns componentes, com o aval de sua área técnica. Isso acontece também com outros produtos industriais. Computadores e eletrodomésticos, por exemplo. Microondas que provocam queimaduras, celulares que explodem, programas que apagam seus arquivos! De que se trata?
O “Controle de Qualidade” custa muito caro. Consome uma boa parte dos lucros operacionais. Portanto, algumas empresas decidiram eliminá-lo, substituindo-o pelo “recall”. Assim as suas despesas com o controle de qualidade vêm diminuindo ano a ano. Vendem o produto, que foi fabricado com a melhor tecnologia, e confiam no bom funcionamento conseqüente e subseqüente. Os eventuais defeitos aparecem com o uso. O comprador reclama. Os órgãos de defesa do consumidor entram em cena. Então fazem o famoso “recall”, convocando os prejudicados a trazer os objetos para troca ou consertos. De graça! E tem mais: o “recall” tem um prazo, que o comprador não pode perder, porque desobrigaria o produtor de qualquer responsabilidade. Ao aprovar o sistema, um dos Diretores teria dito:
“- Pronto! Terceirizamos o controle de qualidade! Ele agora será feito pelos próprios consumidores. E de graça!” Os outros Diretores deram gostosas gargalhadas... E um deles completou:
“- Com isso, podemos até esticar os prazos de garantia”.
A manobra é perfeita. Além de aumentar os lucros, ainda transmite uma falsa aparência de legalidade e maior responsabilidade empresarial!

22/10/2009 - 09:40:43 - Maioridade penal [+] Exibir mensagem
De: 'João Serralvo

Mensagem:
A maioridade vai passar de 18 para 16 anos. Ora, o que a Lei rege é a “cessação da menoridade”, quando o indivíduo se torna apto para praticar todos os atos da vida civil. O dispositivo legal que trata desse assunto é o artigo 5° do Código Civil que, em seu parágrafo único, estabelece que a menoridade cesse aos dezoito anos, e também aponta os casos em que a cessação pode ser antecipada. Nesses casos, o indivíduo se emancipa, tornando-se imputável penalmente. São cinco possibilidades, enumeradas em seus incisos, a saber:I – pela concessão dos pais, etc; II – pelo casamento; III – pelo exercício de emprego público efetivo; IV – pela colação de grau em curso de ensino superior; V – pelo estabelecimento civil ou comercial, etc.
De fato, os menores incluídos nesses cinco incisos não poderiam continuar inimputáveis, ao exercer os direitos adquiridos com a emancipação. Seria um estímulo à prática da irresponsabilidade. Suponhamos que se acrescentasse, em seguida, ao mesmo parágrafo, mais o seguinte inciso: VI – pela prática de crime, a critério de um juiz. Assim, o “menor” poderia ser processado e condenado, porque estaria emancipado pelo disposto no inciso VI, que colocaria o infrator fora da proteção do artigo 228 da Constituição e do Estatuto do Menor e do Adolescente. Não seria mais simples?
15/10/2009 - 11:12:01 - Agradecimento ao jornalista João Serralvo [+] Exibir mensagem
De: 'Orlando Nicolosi

Mensagem:Agradeço ao jornalista João Serralvo por suas primeiras palavras em nosso Fórum.Quem ainda não o conhece, precisa conhece-lo: uma cabeça espetacular, de onde saem pensamentos interessantes por meio de textos perfeitos. Conheçam-no: www.joaoserralvo.com
Um abraço João.
15/10/2009 - 10:22:17 - O Forum [+] Exibir mensagem
De: 'João Serralvo

Mensagem:Muito bom, está simples e fácil de participar. Mais uma utilidade do "Valinhos tem tudo", que vai permitir a todos os valinhenses colaborarem ao apontar os problemas verificados e sugerir as soluções. A qualidade de vida de uma cidade resulta do comportamento e contribuição de todos os seus habitantes. Então, vamos vigiar, anotar e mandar as nossas sugestões para o Forum. Não há outro lugar melhor para isso. Aproveitemos, pois o Forum é nosso, e de graça! Por enquanto, de minha parte, envio os meus parabéns ao Orlando Nicolosi pela brilhante iniciativa. Que Valinhos colha os frutos, são os meus votos.